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Taiobeiras: PCMG prendeu suspeito de furtar eucaliptos

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Divulgação/PCMG

Um homem, de 29 anos, foi preso preventivamente pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Taiobeiras, na região Norte do estado, nesta segunda-feira (25/9). Ele é investigado em inquérito policial que apura os crimes de roubo, incêndio criminoso, coação de testemunhas e dano.

A investigação começou após funcionários de uma empresa de produto agroindustrial, situada na rodovia LMG 602, no município de Taiobeiras, denunciarem a prática recorrente de subtração de eucaliptos por parte do suspeito. 

Sobre os fatos, os empregados contaram que teriam flagrado o homem várias vezes, em datas diversas, levando madeiras da plantação da empresa. Para transportar os eucaliptos, conforme relatado pelas testemunhas, ele usava uma motocicleta. Eles disseram, ainda, que eram ameaçados para que os fatos não fossem levados ao conhecimento das autoridades.

Com a investigação avançada, os policiais civis identificaram alguns dos receptadores que estavam comprando o produto do suspeito. Todos confessaram que adquiriram a madeira do próprio investigado. Eles respondem pelo crime de receptação.

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Durante os levantamentos, na casa do investigado vários eucaliptos foram apreendidos, e o suspeito foi preso em 22 de julho deste ano. Sobre os fatos, ele alegou que a subtração é uma prática comum. Após ser liberado, para se vingar, colocou fogo na plantação da empresa.

Responsável pela investigação, a delegada Lorena Rangel Dutra, disse que diante das provas e gravidade dos fatos, representou pela prisão dele. “O homem havia deixado o sistema prisional e estava em liberdade condicional. Agora, em razão das últimas práticas criminosas, ele retornou ao presídio e está à disposição da Justiça”, informou.

O inquérito policial instaurado será concluído nos próximos dias.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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