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Três Pontas: 11 pessoas são presas pela PCMG durante operação Aletheia

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Divulgação/PCMG

Onze pessoas, com idades entre 19 e 36 anos, foram presas pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na manhã desta terça-feira (9/1), durante a operação Aletheia, desencadeada na cidade de Três Pontas, no Sul do estado. Entre os presos, sete foram detidos em virtude de mandado judicial preventivo e outros quatro, em flagrante por tráfico e posse ilegal de arma de fogo.

Ainda no curso dos trabalhos, equipes da PCMG cumpriram dez ordens de busca e apreensão em diversos bairros da cidade, resultando na localização de mais de dois mil pinos de cocaína, oito tabletes e outras porções pequenas de maconha, uma pedra grande de crack, uma porção de haxixe, duas espingardas calibres 12 e 28, dez munições calibre 12, duas balanças de precisão, pequena quantia em dinheiro, material para embalar drogas, além de oito gaiolas com pássaros mantidos de forma irregular (encaminhados à Polícia Militar Ambiental).

A ação teve como alvo um grupo criminoso suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas na cidade.

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Início dos trabalhos

As investigações iniciaram após o roubo de uma camionete, ocorrido no dia 23 de novembro de 2023, em Três Pontas. Na ocasião, dois homens armados desembarcaram de uma moto, abordaram a vítima que se preparava para entrar no veículo e anunciaram o crime.

Os suspeitos teriam obrigado a vítima a entrar no carro, mas, quando se preparavam para dar partida no veículo, ela se aproveitou de um descuido e conseguiu desembarcar da camionete. Diante disso, os suspeitos fugiram em alta velocidade.

A Polícia Militar foi imediatamente acionada, realizando rastreamento na região. Na oportunidade, os militares localizaram a camionete parada no pátio de um restaurante em Perdões, a cerca de 80 quilômetros de distância, porém, os suspeitos não foram encontrados.

Por meio de investigações, a PCMG identificou sete pessoas envolvidas no crime, sendo os dois executores que aparecem nas filmagens, um terceiro que recebeu o veículo e o conduziu para Perdões, além de outros quatro que participaram do planejamento do crime. A ação, ainda segundo as apurações da Polícia Civil, ocorreu a mando de traficantes atuantes na cidade, como forma de quitar dívidas de drogas dos executores.

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Aletheia

A operação contou com 35 policiais civis das delegacias em Três Pontas, Varginha, Boa Esperança, Elói Mendes, Guapé e Campo Belo, além de cinco policiais penais.

O nome escolhido para a operação, Aletheia, deriva do grego e significa verdade ou não escondido.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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