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Três são presos pela PCMG por crimes sexuais contra adolescentes

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) efetuou, nessa quinta-feira (25/4), três prisões, fruto de investigações que apuraram a prática de crimes sexuais envolvendo adolescentes na região Noroeste de Belo Horizonte. Os investigados, dois de 26 anos e outro de 34, foram ouvidos e encontram-se no sistema prisional.

As investigações são da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). uma das prisões ocorreu na unidade policial quando o suspeito compareceu após ser intimado. O indivíduo, de 26 anos, investigado por importunação sexual teve o mandado de prisão cumprido depois de ser ouvido. A vítima é uma adolescente, de 16 anos, colega de trabalho do homem, e segundo a denúncia, ele teria assediado e acariciado o corpo da jovem durante o expediente. Os fatos ocorreram em 2022.

Outra investigação da Depca que culminou na prisão do suspeito, de 26 anos, por estupro de vulnerável contou com o apoio da equipe da PCMG em São João Del Rei, região Central do estado. Ele teria se envolvido com a vítima, de 13 anos, e chegou a ser preso em flagrante na data dos fatos, em outubro de 2023, na capital. Segundo o homem, a jovem disse que era maior de idade e eles teriam mantido relação sexual com o consentimento dela na casa do investigado, no bairro Jardim Alvorada.

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A terceira prisão é de um investigado, de 34 anos, também por estupro de vulnerável. O homem teria abusado sexualmente da filha no bairro Inconfidência e a adolescente relatou que ele ainda a ameaçava. As denúncias chegaram ao conhecimento da equipe da Depca em agosto de 2022, assim que a mãe da vítima soube dos abusos e foi à delegacia. Na época, a vítima, com 15 anos, contou que era abusada há dois anos. O suspeito, que já cumpria pena por homicídio, ainda teria ameaçado a mulher caso fosse denunciado.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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