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Trio é preso por matar e jogar corpo de pedreiro em córrego na capital

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Divulgação/PCMG

Três indivíduos, de 41, 42 e 43 anos, foram presos em ação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), nessa segunda-feira (24/10), pela morte de um homem, de 53, em Belo Horizonte. O crime ocorreu na tarde do dia 11 de setembro deste ano, no bairro Buritis. À época dos fatos, a vítima foi espancada e arremessada em um córrego da região.

“É um caso bastante relevante porque a vítima era um indivíduo trabalhador – pintor, pedreiro, sem antecedentes – que foi covardemente espancado”, destaca a chefe do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (PCMG), Letícia Gamboge.

De acordo com o investigador Alexander Neves, além das prisões, os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão expedidos contra os suspeitos, sendo dois deles localizados no bairro Buritis e o terceiro, de 43 anos, na Vila Bimbarra, bairro Calafate, região Oeste de Belo Horizonte.

Dinâmica dos fatos

Conforme apurado, no dia anterior ao crime, a vítima teria discutido com a filha de um dos presos, o homem de 41 anos, em um bar. Gamboge destaca que tratou-se de uma discussão banal. No dia seguinte, o pai dessa jovem estava em um churrasco com amigos, um grupo de carroceiros, quando foi ao mesmo bar para comprar cerveja e viu que a vítima estava no local. Nesse momento, o suspeito retomou a discussão do dia anterior, desferindo uma garrafada contra a vítima.

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Diante disso, o pedreiro de 53 anos correu na tentativa de fugir da agressão, quando foi avistado pelo grupo de carroceiros que participavam do churrasco. Os homens então perseguiram a vítima, que foi alcançada e agredida por dois dos indivíduos. O suspeito de 41 anos, por possuir deficiência motora em uma das pernas, chegou minutos depois e se juntou às agressões.

Após a violência, o trio arremessou o homem em um córrego, local onde foi encontrado o corpo da vítima. “Ele [vítima] foi agredido ao ponto de ser jogado dentro de um córrego, conhecido como córrego Cercadinho, onde veio a óbito”, reforçou o chefe da Divisão Especializada em Investigação de Crimes Contra a Vida (DICCV), Frederico Abelha, ao explicar que a perícia da PCMG analisa se ainda havia ar nos pulmões da vítima quando jogada no córrego.

Segundo Gamboge, os três presos já possuem registros policiais por crimes como ameaça, posse ilegal de arma de fogo, violência doméstica, tráfico de drogas e lesão corporal, sendo que o homem de 43 anos já foi indiciado em três inquéritos de homicídio, fatos distintos que resultaram na morte de cinco pessoas e na tentativa de outras cinco.

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“Esse inquérito [homicídio da vítima de 53 anos] está em fase de conclusão, mas, preliminarmente, houve o entendimento, por parte do delegado Guilherme Catão e da equipe que investiga o caso, tratar-se de homicídio qualificado por motivo fútil e pela impossibilidade de defesa da vítima”, finaliza a chefe do DHPP.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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