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Ubá: Casal é preso suspeito de torturar e queimar órgão genital de ado

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na noite da última sexta-feira (17/3), prendeu um homem, de 31 anos, e uma mulher, de 27, suspeitos de queimar órgão genital de um adolescente, de 17 anos, no município de Guidoval, a 19 km de Ubá, na Zona da Mata mineira.

Segundo levantamentos da equipe de policiais da 16ª Delegacia de Polícia Civil, unidade que integra a 2ª Delegacia Regional em Ubá, pertencente ao 4º Departamento da PCMG, há cerca de 30 dias, a mulher teria pedido ao homem para segurar o adolescente para que ela conseguisse amputar o pênis da vítima, mas devido à dificuldade e rejeição ao sangue, optaram por queimar o órgão genital com brasa.

Mesmo lesionada, a vítima era coagida, ameaçada e mantida em cárcere privado para que ninguém soubesse dos fatos.

As informações preliminares demonstram que o adolescente morava com a suspeita, com quem mantinha um relacionamento amoroso. A mulher está grávida e morava ainda com outras quatro crianças. Em agosto de 2022, o investigado de 31 anos, que é pai de uma das crianças, passou a residir com a mulher e o adolescente com o intuito de dividirem as despesas, momento em que as torturas teriam se agravado.

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Conforme o delegado Douglas Mota, assim que as informações chegaram ao conhecimento da PCMG, imediatamente os elementos de informações preliminares foram produzidos e houve representação pela prisão temporária dos dois suspeitos. “Nos deparamos com um caso gravíssimo de tortura, expondo um adolescente a uma extrema vulnerabilidade, provocando intensa dor e colocando em risco a perda do membro e da função de reprodução”, revelou o delegado.

O casal foi preso e encaminhado ao sistema prisional, onde se encontram à disposição da justiça. O adolescente está sob cuidados médicos. As investigações prosseguem.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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