Polícia
Uberaba: PCMG conclui inquéritos de mortes motivadas por vingança

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu, em Uberaba, no Triângulo Mineiro, dois inquéritos que apuraram homicídios cometidos em 2022 relacionados com vinganças.
O primeiro deles foi registrado no dia 14 de janeiro de 2022, no bairro Vila Ceres. Um homem, de 34 anos, que acabara de sair do sistema prisional, sofreu um atentado com sete tiros de arma de fogo. À época, a PCMG apurou que um homem, de 28, motorista de aplicativo, estava envolvido no crime. A equipe policial levantou informações sobre a identidade do segundo suspeito, de mesma idade, contudo, a própria vítima não colaborou com as investigações para confirmação.
A polícia acredita que a vítima teria a intenção de se vingar dos suspeitos e, assim, inviabilizar as investigações. Já no dia 17 de abril daquele ano, o indivíduo de 28 anos foi assassinado a tiros em um bar, no bairro Vila Arquelau. Na ocasião, o cunhado da vítima sofreu ferimentos por quatro disparos.
Investigação
A PCMG desvendou que a primeira vítima da tentativa de homicídio, de 34 anos, foi o executor do homicídio da vítima fatal, de 28. No dia do crime, o suspeito estava foragido por outro crime e não foi localizado. Cinco dias depois, o investigado foi encontrado no bairro Valim de Melo, escondido na casa de uma companheira, e retornou ao sistema prisional.
Com a prisão, a Polícia Civil apreendeu dois celulares dele, os quais foram preponderantes para a apuração dos crimes. O homem de 34 anos matou o indivíduo de 28 anos, que tentou matá-lo, três meses antes, por vingança, contando com o apoio de um suspeito de 31 anos e um adolescente, de 16.
“Os diálogos entre os autores demonstraram ainda que planejavam assassinar o segundo envolvido na tentativa de homicídio, em outra oportunidade, com a intenção de o acertarem com 50 disparos, o dobro do que conseguiram atirar contra a primeira vítima fatal”, revela o delegado responsável pelas investigações, Cyro Outeiro Pinto Moreira.
A Polícia Civil então representou pelas prisões preventivas dos dois investigados e, no dia 3 de agosto de 2022, o homem de 31 anos foi preso. Já o indivíduo de 34 anos foi vítima de homicídio em Paracatu, no Noroeste de Minas.
Assim, a PCMG concluiu os inquéritos policiais, identificando que o homem de 31 anos teria agido como piloto da moto; e o adolescente, como informante e intermediário no aluguel da arma do crime, uma pistola 9mm, com carregador alongado e seletor de rajada (para disparos automáticos).
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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