Polícia

Uberlândia: PCMG participa de operação Identidade Dobrada da PCDF

Publicados

em

Divulgação/PCMG

Na manhã de hoje (2/4), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) integrou a operação Identidade Dobrada, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), visando desarticular um grupo criminoso especializado em sonegação de impostos, que teria gerado prejuízo de R$ 43,7 milhões aos cofres públicos do DF. Três mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, nos bairros Cidade Jardim, Pequis e Brasil, por policiais civis de ambas as instituições.

O grupo que compõe o esquema criminoso tem como pivô um casal de empresários moradores de Uberlândia. As investigações apontam ainda para a participação de envolvidos residentes nas cidades de Valparaíso de Goiás (GO) e Maringá (PR). Ao todo, houve o cumprimento de nove mandados, sendo que os locais onde as buscas foram efetuadas são residências dos investigados, escritório de contabilidade que prestava serviços ao casal de empresários e outros endereços ligados aos alvos.

O trabalho investigativo indica que o grupo criminoso vem atuando há aproximadamente uma década no Distrito Federal. Segundo apurado, para a prática da sonegação, eram constituídas empresas a partir de documentos públicos e privados falsificados, principalmente carteiras de identidades, com utilização de “laranjas” e “testas de ferro” no esquema.

Leia Também:  Ação conjunta resulta na apreensão de uma tonelada de carne em Uberaba

Desdobramentos

As medidas têm como objetivo a arrecadação de mais provas dos crimes para reforçar os indícios já presentes na investigação, visando confirmar a efetiva participação de cada integrante do grupo, bem como identificar outros envolvidos, como as pessoas por trás das identidades falsas na abertura das empresas “noteiras” e outros beneficiários do esquema de sonegação fiscal. Além disso, busca verificar o destino dos valores sonegados, apreender bens e valores para ressarcir os cofres públicos e concluir o inquérito policial em andamento.

Os suspeitos estão sendo investigados pelos crimes de integrar organização criminosa ou associação criminosa, sonegação fiscal, falsificação de documento, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. Se condenados, estão sujeitos a uma pena de até 30 anos de prisão.

O nome da operação é uma alusão ao fato de a empresa principal objeto do inquérito policial ter como titular duas pessoas distintas com os mesmos dados de qualificação em dois documentos oficiais diversos.

Participaram da ação de hoje cerca de 30 policiais da PCDF e equipes da PCMG em Uberlândia e da Polícia Civil do Paraná em Maringá.

Leia Também:  Uberlândia: cinco são presos por adulteração e receptação de motos

*Com informações da PCDF

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  Solenidade de troca do Pavilhão Nacional abre as comemorações dos 248 anos da PMMG

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA