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Vespasiano: preso suspeito de esfaquear mulher enquanto ela dormia

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Divulgação/PCMG

Em decorrência de uma investigação de tentativa de feminicídio, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente um homem, de 45 anos, em Vespasiano, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ele é suspeito de esfaquear uma mulher, de 48, com a qual teve um relacionamento, no dia 18 de fevereiro deste ano, no bairro Céu Azul, enquanto a vítima estava dormindo, na casa dela.

Segundo a delegada Nicole Perim, titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Vespasiano, tão logo os fatos ocorreram, a PCMG representou à Justiça pela prisão, cumprida no dia 7 deste mês, na mesma localidade onde o crime ocorreu. “A vítima relatou que um mês antes [do atentado] pediu para terminar e estava sendo ameaçada”, informa, ao observar que a mulher foi atingida seis vezes, sendo que um golpe alcançou a veia jugular e outro a traqueia; e os demais, as mãos dela, ao se defender.

A delegada pontua que a vítima conseguiu sair da residência e pedir socorro. “Um vizinho, que ouviu os gritos, veio ajudá-la, mas ela só teve tempo de falar que tinha sido agredida pelo namorado e ficou inconsciente”, conta. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, e a vítima encaminhada para o hospital. “Agora ela está em casa e fez pedido de medida protetiva, já deferida, com proibição de aproximação e contato do suspeito com a vítima”, completa.

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Histórico

De acordo com Nicole Perim, a vítima relatou que mora no mesmo terreno em que o investigado, e por seis meses eles se relacionam amorosamente. “Ela falou que sempre foi um relacionamento muito conturbado e que sofreu diversos tipos de violências – física, sendo que quase ficou cega em virtude de um soco que ele desferiu nela, e psicológica, com ofensas, – mas ela nunca procurou a polícia”, assinala.

A delegada informa que, ao ser interrogado, o suspeito negou todos os fatos, até mesmo que tivesse qualquer tipo de relacionamento amoroso com a vítima, e chegou a dizer que a mulher foi quem o atacou, mas não chegou a procurar atendimento médico, e que não sabia como ela tinha se machucado. O homem se encontra no sistema prisional, à disposição da Justiça.

Denuncie

“A orientação que a gente dá às mulheres é que, no primeiro sinal de violência, procurem a polícia, busquem ajuda e tentem terminar com esse relacionamento e fazer o pedido de medida protetiva, para que rompa esse ciclo de forma efetiva”, ressalta Nicole Perim.

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O registro pode ser feito diretamente em unidade policial, via disques 180 ou 181 e também pela DELEGACIA VIRTUAL nos casos de ameaça, vias de fato/lesão corporal e descumprimento de medida protetiva. Acesse o manual produzido pela Polícia Civil e saiba mais sobre o tema (clique AQUI ).

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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