Política

Abastecimento alimentar tem política estadual aprovada pelo Plenário

Publicados

em

Imagem

Entre diversas outras matérias, o Plenário aprovou nesta quarta-feira (18/10/23), em definitivo, o Projeto de Lei (PL) 2.812/21, de autoria da 1ª-vice-presidenta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputada Leninha (PT), que institui a Política Estadual de Abastecimento Alimentar (Peaa).

Em Reunião Extraordinária, o projeto foi aprovado na forma como sugerida pela Comissão de Agropecuária e Agroindústria – que apresentou um novo texto ao que havia sido aprovado no 1° turno (substitutivo n°1 ao vencido) -, com a emenda de n° 1, do deputado João Magalhães (MDB).

Botão

Apresentada durante a reunião por Acordo de Líderes, dispensando assim parecer prévio, a emenda suprime do novo texto seu artigo 4º, que define garantias a serem dadas pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento ( Seapa) às unidades do Mercado Livre do Produtor (MLP) e nas demais áreas pertencentes ao Estado em que se localizem entrepostos da CeasaMinas.

Entre essas garantias estão livre acesso dos produtores rurais aos serviços prestados pelas unidades e pelos entrepostos, além da gratuidade desses serviços para agricultores familiares devidamente identificados.

Conforme o restante, aprovado, as ações do Estado voltadas para o abastecimento alimentar serão feitas em consonância com a Pesans, a Política Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável.

Leia Também:  Presidente da ALMG participa de comemoração do Dia dos Gerais

O texto define como abastecimento alimentar a garantia de disponibilidade de alimentos para toda população em condições apropriadas em termos de quantidade, preço e qualidade sob formas socialmente equitativas, ambientalmente sustentáveis e culturalmente adaptadas.

Segurança alimentar

A articulação da Peaa com a Pesans terá como instrumento plano estadual de abastecimento alimentar, nos termos de regulamento, devendo atender a 12 objetivos e observar cinco princípios e diretrizes, sendo esses:

  • promoção da soberania e segurança alimentar e nutricional com ênfase na disponibilidade e acessibilidade dos alimentos
  • valorização dos produtos da sociobiodiversidade, à agroecologia e aos modos tradicionais de produção
  • participação e controle social
  • incentivo aos hábitos alimentares saudáveis
  • vigilância quanto à qualidade e segurança dos alimentos, da produção ao consumo.

Controle social

Conforme o projeto votado, na implementação de programas de aquisição e doação de alimentos, as compras governamentais serão preferencialmente realizadas de agricultores familiares e demais povos e comunidades tradicionais.

O Estado ainda poderá instituir um sistema de informações agrícolas e de abastecimento, com o objetivo de estruturar dados, informações, estudos e análises relativas ao abastecimento alimentar nos campos de produção, preços agrícolas e do varejo, estoques públicos, desempenho do suprimento alimentar, entre outros temas de interesse na execução das ações de que trata esta lei.

Entre outros pontos, é definido que controle social das ações será realizado por órgão coletivo e deverá observar as diretrizes e orientações do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais (Consea-MG) e do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável de Minas Gerais (Cedraf-MG).

Leia Também:  Cadastro Estadual da Pessoa com TEA já pode ser votado em 2º turno

Votada penalidade para restaurante sem balança

Também foi aprovado, este em 1º turno, o PL 2.216/15, do deputado Sargento Rodrigues (PL), que altera a Lei 19.974, de 2011, que dispõe sobre a comercialização, por restaurantes, bares e similares, de produtos com preço definido por peso no cardápio.

O objetivo é acrescentar à lei a previsão de sanção no caso de seu descumprimento. A norma obriga os estabelecimentos que vendem por peso a disponibilizar balança para pesagem do produto em local visível e acessível ao público.

A balança deve emitir etiqueta, a ser afixada na conta apresentada ao consumidor, contendo o peso e o preço do produto.

Os deputados acataram o texto proposto pela Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte (substitutivo n° 1), que mantém a essência do projeto original e para a qual o projeto retorna para receber parecer de 2° turno.

Com a mudança proposta na lei, o infrator ficará sujeito às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor.

Lista

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Publicados

em

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

Leia Também:  Uberlândia recebe segundo encontro de seminário sobre igualdade racial

Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA