Política
ALMG recebe iluminação especial para conscientização sobre Síndrome de Down

A fachada do Palácio da Inconfidência, sede da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), e o Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira (Edjao), espaço anexo, serão iluminados nas cores azul e amarela desta quinta-feira (21/3/24) à próxima segunda-feira (25) em homenagem ao Dia Mundial da Síndrome de Down, comemorado em 21 de março em todo o mundo.
A data escolhida, 21/3, representa a triplicação do cromossomo 21, o que causa a síndrome. Reconhecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro de 2011, ela foi proposta pela organização Down Syndrome International.
O objetivo é aumentar a conscientização da sociedade e garantir que as pessoas com Síndrome de Down tenham as mesmas oportunidades e liberdades que todas as outras. Essa organização criou inclusive um site oficial sobre essa data na qual são compartilhados eventos e atividades globais ao redor do globo. O tema proposto é “Acabe com os estereótipos”.
A iluminação especial é uma iniciativa da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, por meio do seu vice-presidente, deputado Grego da Fundação (PMN), no âmbito do programa “Laços da Consciência”, da ALMG. O colegiado também realizou audiência pública sobre o mesmo tema na última terça (19).
O programa “Laços da Consciência” reúne ações de sensibilização sobre temas afetos ao bem-estar social dos mineiros, em especial causas relacionadas à saúde. A ideia é associar causas importantes a meses e cores com a iluminação do Palácio da Inconfidência, além de outras ações em parceria com os gabinetes parlamentares, entidades da sociedade civil e poder público.
Uma criança a cada 600 a 800 nascimentos
A Síndrome de Down, ou trissomia do 21, é uma condição humana geneticamente determinada. É a alteração cromossômica mais comum em humanos e a principal causa de deficiência intelectual na população. Porém, quando atendidas e estimuladas adequadamente, pessoas com Síndrome de Down têm potencial para uma vida saudável e plena inclusão social.
No Brasil nasce uma criança com Síndrome de Down a cada 600 a 800 nascimentos, independentemente de etnia, gênero ou classe social. As diferenças entre as pessoas com Síndrome de Down, tanto do aspecto físico quanto de desenvolvimento, decorrem de aspectos genéticos individuais, intercorrências clínicas, nutrição, estimulação, educação, contexto familiar, social e meio ambiente. Apesar dessas diferenças, há um consenso da comunidade científica de que não se atribuem graus à Síndrome de Down.
Em Minas Gerais, existem 181 serviços de reabilitação intelectual na Rede de Cuidados à Saúde da Pessoa com Deficiência do Sistema Único de Saúde (SUS) que oferecem tratamento às pessoas com deficiência intelectual, dentre elas as pessoas com Síndrome de Down. Desses, 152 são Serviços Especializados em Reabilitação da Deficiência Intelectual (Serdi), e 29 são Centros Especializados em Reabilitação (CER).
Os Serdi são serviços que atendem apenas a deficiência intelectual, já os CER são serviços que atendem mais de uma modalidade de deficiência. Todos os serviços realizam a avaliação, diagnóstico e acompanhamento dos usuários.
Legislação assegura direitos desse público
Diversas leis já foram aprovadas oriundas de projetos de lei (PL) apresentados pelos parlamentares tratando da Síndrome de Down, sendo que outras proposições ainda tramitam na ALMG. Entre essas últimas, destacam-se duas de autoria do deputado Grego da Fundação que foram apresentadas no ano passado.
O PL 1.104/23, que institui a Carteira de Identificação da Pessoa com Síndrome de Down (Cipdown), ainda aguarda para receber parecer nas comissões da ALMG. Já o PL 631/23, que dispõe sobre o Programa Estadual de Orientação sobre a Síndrome de Down (ProDown), já passou por isso e está pronto para votação no Plenário de forma preliminar (1º turno).
Os direitos da pessoa com deficiência, e em especial os relativos à Síndrome de Down, também foram tema de diversas legislações em nível estadual e federal. No primeiro caso está, por exemplo, a Lei 20.742 de 2013, que institui a Semana Estadual da Síndrome de Down. Em nível federal, a Lei 14.306, de 2022, institui o Dia Nacional da Síndrome de Down.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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