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Alta na conta de energia e greve na Uemg são temas tratados em Plenário

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A revisão anual de aproximadamente 7% nas contas de energia da Cemig foi criticada pelo deputado Elismar Prado (PSD) na tribuna do Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), durante Reunião Ordinária nesta quarta-feira (22/5/24). Segundo ele, o reajuste foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça (21) e vai impactar a vida de todos os mineiros.

“É um aumento injustificado, quase o dobro da inflação do período, enquanto a Cemig vem batendo recordes de lucro, chegando a R$ 5,8 bilhões em 2023”, afirmou. O parlamentar também criticou a empresa por, segundo ele, não reservar recursos necessários para manutenção de redes e outras obras. “Enquanto isso, o Conselho Administrativo da empresa aprovou pagamento de R$ 3,1 bilhões aos acionistas”, comparou.

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Já o deputado Professor Cleiton (PV) tratou da greve na Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg) e leu um desabafo de um professor da unidade de Campanha (Sul). O texto destaca, entre outros pontos, que a Uemg paga os piores salários entre todas as universidades públicas do País e que as perdas inflacionárias acumuladas desde 2012 chegam a 76%.

Os grevistas cobram, por exemplo, a gratificação por gestão, que não é paga em 13 das 22 unidades da Uemg, conforme o texto. E pedem também melhores salários e plano de carreira para os técnicos e analistas, ampliação do orçamento da universidade e restaurantes universitários.

O deputado Caporezzo (PL) cobrou uma postura mais ativa dos cidadãos no combate à criminalidade, citando experimento social que recentemente ganhou repercussão nas redes sociais simulando o rapto de uma criança no meio da rua. No vídeo, segundo ele, apenas uma mulher, entre várias pessoas que presenciaram a encenação, reagiu contra o falso criminoso. “Nós não podemos mais tolerar a criminalidade, que é um problema crônico do Brasil”, afirmou.

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Situação das estradas e cobrança de pedágio geram críticas

Em aparte, a deputada Maria Clara Marra (PSDB) classificou como a “institucionalização de um assalto” as cobranças abusivas praticadas nas praças de pedágio do Estado. Ela citou como exemplo a BR-365, que corta o Alto Paranaíba, na qual existem oito praças de pedágio que cobram tarifas de R$ 12,70. “Foram 627 quilômetros concedidos e apenas 36 deles duplicados. Precisamos investigar esses editais de concessão que vieram para solapar o desenvolvimento da região”, cobrou.

Em aparte anterior sobre o mesmo tema, a deputada criticou o governador Romeu Zema por cancelar viagem a Uberlândia (Triângulo), diante da movimentação do Legislativo e do Ministério Público em relação às concessões na região – o que levou, inclusive, ao indiciamento do ex-secretário de Estado de Infraestrutura, Fernando Marcato. “O governo foi leniente e não exigiu as obras contratuais”, afirmou Maria Clara Marra.

Na mesma linha, o deputado Doutor Jean Freire (PT) convidou todos os parlamentares estaduais e federais que se elegeram com votos do Vale do Jequitinhonha para participar de reunião, na próxima segunda-feira (28), da Frente Parlamentar para Melhoria das Estradas Mineiras. O objetivo, segundo ele, é discutir alternativas para viabilizar obras nas estradas da região, todas em péssimo estado de conservação.

Gustavo Barbosa

Outro tema tratado por parlamentares foi a notícia publicada pela imprensa dando conta de que o ex-secretário de Estado da Fazenda de Minas, Gustavo Barbosa, teria custado aos cofres mineiros R$ 3,4 milhões entre 2019 e 2023. “A remuneração média, acima do teto do funcionalismo e incluindo jetons, era de mais de 53 mil”, afirmou Professor Cleiton.

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Barbosa teria sido nomeado, de acordo com Doutor Jean Freire, com o único propósito de implementar a todo custo o Regime de Recuperação Fiscal, independentemente dos prejuízos que isso poderia provocar aos serviços públicos e a todos os cidadãos mineiros.

“O que mais incomoda é a demagogia de um governo que falou que seus secretários trabalhariam de graça e que o governador doaria seus salários”, pontuou. O parlamentar ainda destacou, entre outras comparações, que o valor recebido pelo ex-secretário poderia remunerar, no mesmo período, 1.274 professores no Ensino Básico, profissional que demoraria 106 anos, com sua remuneração média atual, para ganhar o mesmo valor.

Leleco Pimentel (PT) também se referiu ao ex-secretário Gustavo Barbosa e afirmou que “há muita coisa escondida” na sua demissão. “Zema é uma vergonha. Nega a política para fazer política”, completou.

O deputado também lembrou o Dia do Apicultor, celebrado nesta quarta-feira (22). Ele salientou o quanto a polinização feita pelas abelhas beneficia outras lavouras, como a de arroz, impactada pelas cheias no Rio Grande do Sul.

Em aparte, a deputada Andréia de Jesus (PT) voltou a denunciar o projeto Apolo, da mineradora Vale. Segundo ela, a mina impacta a Serra da Gandarela, próximo a Belo Horizonte, com risco para o abastecimento de água da Capital.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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