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Antes das obras, ainda é preciso viabilizar projeto de pavimentação na MG-308

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Uma antiga demanda da população, o asfaltamento de trecho da MG-308 que liga o Vale do Jequitinhonha ao Norte de Minas, ainda não tem prazo para virar realidade. Até o momento, não há nem mesmo um projeto básico para licitação, que seria viabilizado com cerca de R$ 4 milhões, de acordo com o diretor-geral do Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem do Estado (DER-MG), Rodrigo Tavares.

Ele participou, na manhã desta segunda-feira, de audiência da Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) sobre a importância da pavimentação no trecho de 58 km entre Turmalina (Jequitinhonha/Mucuri) e Itacambira (Norte de Minas).

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Deputados, prefeitos e vereadores destacaram os benefícios que as intervenções trariam para as duas regiões menos favorecidas do Estado. “O asfaltamento é primordial para facilitar o acesso entre municípios dessa localidade, o escoamento da produção e viabilizar o turismo da Cordilheira do Espinhaço. Nosso povo merece respeito e que esse asfalto saia o mais rápido possível”, afirmou o deputado Gustavo Santana (PL), que solicitou a audiência.

A deputada Leninha, 1ª-vice-presidenta da ALMG, também lembrou do Circuito Turístico da Cordilheira do Espinhaço, lançado recentemente pelo Governo de Minas, ao abordar o investimento em turismo, estritamente atrelado à melhoria da infraestrutura, como alternativa à dependência da mineração.

Assim como Leninha, os deputados Marquinho Lemos e Doutor Jean Freire, ambos do PT, lamentaram a diferença histórica de tratamento dispensado ao Norte de Minas e ao Vale do Jequitinhonha por sucessivos governos.

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Marquinho Lemos ressaltou que, principalmente em período eleitoral, sempre aparecem políticos para prometer e anunciar obras, em especial nas estradas, que nunca são concretizadas. “A pavimentação da MG-308 não tem nem projeto técnico. Não somos prioridade”, lamentou.

Doutor Jean Freire apresentou questionamentos ao DER-MG, que serão formalizados em requerimentos, sobre os investimentos previstos ou já realizados nas rodovias do Vale do Jequitinhonha.

Junção de forças

O prefeito de Turmalina, Zilmar Lopes, e o presidente da Câmara Municipal de Itacambira, Leandro Neves, apoiaram uma mobilização suprapartidária, envolvendo os municípios, deputados estaduais e federais, para que o asfaltamento se concretize.

Zilmar Lopes destacou a demanda da atividade econômica local, como artesanato e a exploração mineral. “Está se tirando muito minério, lítio, mas está ficando pouco na nossa região”, pontuou.

O prefeito de Chapada do Norte, Leandro Socorro, salientou que a pavimentação na MG-308 não é uma demanda apenas dos dois municípios, por encurtar o deslocamento para Montes Claros (Norte de Minas), essencial a pacientes em tratamento que precisam ir ao município-polo de forma contínua.

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DER não tem jurisdição para intervenção imediata

Rodrigo Tavares, diretor-geral do DER-MG, explicou que o trecho em questão é de responsabilidade municipal, o que não impede a elaboração de um projeto para futuras obras, mas impede uma intervenção imediata onde o órgão não tem jurisdição para atuar.

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Ele também afirmou que o Estado passa por um momento de restrição orçamentária e que desconhece a estadualização de rodovias, proposta defendida durante a audiência, na última década. Mesmo assim, para serem estadualizadas, precisam ser pavimentadas.

O gestor ainda relatou investimentos feitos por meio do Provias, pacote de obras rodoviárias do governo estadual, no Jequitinhonha e no Norte de Minas. No primeiro pacote do programa, informou, os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri ficaram com um quarto dos R$ 1 bilhão disponibilizados, percentual que chega a 50% se considerada também a Região Norte.

Sobre a MG-308 em si, Rodrigo Tavares disse que é preciso viabilizar no orçamento do próximo ano cerca de R$ 4 milhões para o projeto básico para licitação, que seria o primeiro passo para uma obra estimada em R$ 150 milhões, recursos que precisariam ser novamente “disputados” no orçamento. “Hoje não há nenhuma obra de pavimentação no Estado, a prioridade é recuperar a malha”, concluiu.

O assessor de Gestão Estratégia do DER-MG, Rodrigo Colares, alertou sobre a possibilidade de convênio de parcerias técnicas com os municípios, que consistiria no Governo do Estado buscar os recursos para as obras e as prefeituras as executar, de acordo com os padrões e normas técnicas aprovados pelo órgão.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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