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Assembleia celebra os 200 anos de criação do Legislativo brasileiro

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O ano é 1823, quando no Rio de Janeiro, capital do Brasil recém-independente de Portugal, em 3 de maio, é inaugurada a Assembleia Geral, Constituinte e Legislativa do Império. Mais de um século depois, em julho de 1975, pelas mãos do mineiro Magalhães Pinto, então presidente do Congresso Nacional, a data de 3 de maio é oficializada como o Dia do Parlamento Brasileiro.

Neste 2023, portanto, o Legislativo nacional completou 200 anos. Para celebrar a passagem desses dois séculos, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizará uma Reunião Especial de Plenário, na quarta-feira (14/6/23), a partir das 19 horas. Na oportunidade, a Casa vai reunir personalidades que marcaram a democracia e têm ajudado a consolidar o trabalho do Parlamento em níveis federal, estadual e municipal.

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Ao longo de sua história, o Parlamento brasileiro tem se tornado, cada vez mais, um Poder aberto ao cidadão, procurando se fazer presente na vida de todos os brasileiros e brasileiras. Um local onde a comunidade pode debater os seus problemas e as possíveis soluções.

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É o Legislativo que fiscaliza a administração pública, avalia e aprova leis que garantem o melhor funcionamento do Estado, faz a mediação de conflitos e garante a representatividade de diferentes segmentos sociais.

Para o presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite (MDB), a passagem do Dia do Parlamento é momento de destacar, também, a participação de Minas Gerais e a atuação da Assembleia de Minas na consolidação do Legislativo nacional.

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A trajetória do Legislativo Mineiro

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Em Minas Gerais, o Parlamento teve sua primeira sede em Ouro Preto, então capital da província. No prédio onde hoje funciona a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), em 1º de fevereiro de 1835, a 1ª Assembleia Legislativa Provincial realizou sua sessão inicial. Com o fim do Império e a Proclamação da República, o poder passou a ser bicameral, constituído de Câmara Mineira e Senado Estadual. Em 1930, com a extinção do Senado, o poder volta a ser único.

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Naqueles últimos anos do século XIX, iniciou-se o projeto da nova capital, para onde o Parlamento foi transferido. Inaugurada em 1897, Belo Horizonte foi primeiramente nomeada Cidade de Minas, só ganhando o seu nome atual em1906. Cerca de três décadas depois, com o início do Estado Novo, a exemplo do que houve com todos os legislativos do País, a Assembleia mineira foi fechada. Só seria reaberta dez anos depois, em 1947.

Ao longo dos anos, o Parlamento estadual testemunhou novas constituintes e constituições, ditaduras e redemocratizações; teve distintos perfis e ocupou diferentes sedes, até ser instalado no Palácio da Inconfidência, em 1972, onde permanece até hoje.

Diversidade

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Nos primeiros anos de atuação, apenas homens de classes mais abastadas integravam o Legislativo do Brasil e de Minas Gerais. Hoje, a representatividade na ALMG, e nos demais parlamentos do País, conta com mulheres e homens de diferentes classes sociais, idades, etnias, credos, orientações sexuais e ideológicas. Abriu-se um leque democrático que tem se expandido, dando visibilidade a diversificados segmentos socioeconômicos e culturais.

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Nesta 20ª Legislatura, de fevereiro de 2023 a janeiro de 2027, a ALMG registra a maior bancada feminina de sua história: 15 deputadas, de um total de 77 parlamentares. Além disso, tem primeira vice-presidenta mulher e negra, a deputada Leninha (PT). Ela lembra que foi a primeira mulher negra do PT a ser eleita e reeleita deputada estadual, a pioneira em assumir uma vice-presidência e, ainda, a presidência interina da Casa. Leninha também ressalta sua atuação frente à Bancada Feminina.

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Participação popular

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Com o propósito de ampliar a inclusão e a interlocução com a comunidade, a ALMG estimula atividades com participação popular e de minorias, por meio de audiências, seminários e visitas, entre outras. Neste trabalho, conta com a atuação dos parlamentares em diversos colegiados, como as comissões permanentes e especiais.

Na visão da presidenta do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas, Alessandra Mello, que costuma participar das discussões promovidas na ALMG, o Legislativo é essencial à democracia, é a ponte entre o Estado e a sociedade. “Nada, até hoje, substitui a democracia representativa. Cabe a todos nós defendê-la e lutar pelo seu aperfeiçoamento. E sem Parlamento, a democracia morre de inanição”, enfatiza Alessandra.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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