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Assembleia realiza debate sobre modificação da Estação Ecológica de Arêdes

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Nesta quinta-feira (13/7/23), a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza audiência pública para debater o Projeto de Lei (PL) 387/23, que altera os limites da Estação Ecológica Estadual de Arêdes, no município de Itabirito, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Organizada pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, a reunião acontecerá a partir das 9h30 no Auditório José Alencar, atendendo a requerimento do deputado Gustavo Santana (PL).

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A Estação Ecológica Estadual de Arêdes tem uma área total aproximada de 1.187,23 hectares, em região rica em minério de ferro, e é vizinha de áreas exploradas pelo grupo Vale, tais como a Mina do Pico, em Itabirito, e a Mina de Fábrica, em Ouro Preto, na Região Central.

O projeto de lei propõe acrescentar à Estação Ecológica de Arêdes uma área de 61,0558 hectares e excluir da unidade de conservação uma área de aproximadamente 27,91 hectares, de forma que ela passaria a ter uma área total aproximada de 1.220,38 hectares.

Histórico de modificações

Não é a primeira vez que é proposta uma alteração na área de conservação. Desde sua criação há 12 anos, as tentativas de modificação da Estação Ecológica de Arêdes tem uma história cheia de idas e vindas.

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A primeira modificação foi feita por meio da Lei 19.555, de 2011, que confirmou protocolo de intenções celebrado entre o Governo do Estado e as empresas Vale S.A. e Minerações Brasileiras Reunidas S.A., em 28 de abril de 2011. Foram excluídos 9,33 hectares e incluídos 38,73 hectares, resultando na área que permanece até hoje.

Posteriormente, no entanto, a Lei 21.555, de 2014, estabeleceu novos limites, retirando novas parcelas e incluindo outras, o que resultou em uma área de 1.281,32 hectares. Em 2017, esta lei foi declarada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, em razão de vício no processo legislativo, por ausência de pertinência temática entre o projeto de lei e a emenda parlamentar que modificou a área de conservação.

Em seguida, a Lei 22.796, de 2017, determinou nova alteração dos limites. Entretanto, esta disposição também foi declarada inconstitucional pelo Tribunal de Justiça em 2020, em razão da ausência de estudo prévio referente à alteração da área da unidade de conservação.

Justificativa

O PL 387/23, de autoria do deputado João Magalhães (MDB), inclui um estudo prévio. Em sua justificativa, o deputado lista também uma série de argumentos em favor da alteração de limites.

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Entre elas está a “permissão da manutenção da atividade econômica sustentável há décadas exercida em área notoriamente antropizada (alterada pela ação humana) e desprovida de relevância ambiental e arqueológica, sendo tal atividade a principal fonte de sustento e de geração de riquezas para a população local”, e também a ”eliminação do grave impacto econômico-financeiro atribuído ao Estado de Minas Gerais quando da criação da Unidade de Conservação, eliminando-se o risco da imposição ao Estado de Minas Gerais da obrigação de indenizar os atores privados e a própria União pelos direitos minerários afetados”.

O projeto já recebeu parecer pela constitucionalidade da Comissão de Constituição e Justiça. Antes de ser votado pelo Plenário, em 1º turno, a proposta ainda precisa ser analisada pelas Comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Administração Pública.

Estão convidados a participar da reunião a secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Carvalho de Melo, o prefeito de Itabirito, Orlando Caldeira, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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