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Assembleia realiza segundo debate sobre recursos do Fundo de Erradicação da Miséria

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Nesta terça-feira (19/3/24), a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza a segunda audiência pública sobre a proposta de destinação dos recursos do Fundo de Erradicação da Miséria (FEM) para o Fundo Estadual de Assistência Social (Feas). A medida depende da derrubada do Veto 11/24, do governador Romeu Zema, que começa a travar a pauta de votações do Plenário em 26 de março.

A audiência será realizada pela Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social no Auditório José Alencar da ALMG, a partir das 9h30. Assim como a primeira reunião, realizada em 12 de março, essa audiência pública também foi requerida pela deputada Bella Gonçalves (Psol).

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Enquanto a primeira reunião teve o objetivo de ouvir representantes dos municípios mineiros, que podem ganhar um reforço orçamentário de R$ 1 bilhão com a derrubada do veto, a audiência pública desta semana pretende ouvir representantes de usuários, entidades e conselhos do sistema público de assistência social.

Bella Gonçalves afirmou que prefeitos e gestores municipais foram unânimes em ressaltar, durante a reunião do dia 12, a importância desses repasses estaduais para que as prefeituras consigam estruturar melhor suas ações para lidar com situações de vulnerabilidade extrema. Agora, segundo ela, é a vez de os usuários e trabalhadores da assistência social opinarem sobre o tema.

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Na primeira reunião, Bella Gonçalves e outros parlamentares argumentaram que os recursos do Fundo de Erradicação da Miséria vêm sendo utilizados pelo Governo do Estado para custear despesas que nada tem a ver com o tema.

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De acordo com o deputado Lucas Lasmar (Rede), entre 2020 e 2022, 40% da verba foi direcionada para transporte escolar e 22% para pagamentos de salários e gratificações de profissionais que não atuam na assistência social. Já o deputado Doutor Jean Freire (PT) disse que há gastos com combustível, taxas de condomínios, IPTU e locação de veículos e multas infracionais.

Felipe Magno Parreiras de Sousa, subsecretário de Planejamento, Orçamento e Qualidade do Gasto da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), disse que a lei de criação do fundo permite que órgãos e entidades destinem recursos do FEM para pagamento de pessoal ou custeio.

Para Bella Gonçalves, no entanto, a transferência dos recursos para o Fundo Estadual de Assistência Social e seu consequente repasse para os municípios seria uma forma mais transparente e eficaz de combater a miséria.

Um estudo produzido pelo gabinete de Bella Gonçalves em parceria com economistas da UFMG e da Fundação João Pinheiro detalhou os ganhos que cada município mineiro poderá ter com a derrubada do veto do governador Romeu Zema.

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De acordo com o estudo, apenas Belo Horizonte poderia ganhar R$ 83,2 milhões em 2024, com a derrubada do veto. Contagem (Região Metropolitana de Belo Horizonte) receberia R$ 27,5 milhões e Uberlândia (Triângulo Mineiro), R$ 26,8 milhões. “Todos os municípios mineiros serão profundamente impactados, inclusive os do Vale do Jequitinhonha, Vale do Mucuri e Vale do Rio Doce, com valores que podem chegar a cerca de 3% do orçamento total das prefeituras”, afirmou Bella Gonçalves.

Entre os convidados que já confirmaram presença na reunião desta terça-feira estão representantes de entidades de usuários do sistema de assistência social, tais como Rafael Fonseca da Silva, membro do Movimento Nacional da População em Situação de Rua; de trabalhadores, tais como a secretária do Fórum Estadual de Trabalhadoras do Sistema Único de Assistência Social (Suas/MG), Nícia da Silva; e entidades da sociedade civil, tais como a coordenadora do Fórum das Organizações da Sociedade Civil do Suas-BH, Fabiana Rios.

Também estão convidados representantes do Poder Executivo, do Ministério Público e de conselhos estaduais.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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