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Assembleia se ilumina de vermelho no Dia Internacional da Talassemia

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O Dia Internacional da Talassemia será lembrado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) com iluminação especial da fachada do Palácio da Inconfidência na cor vermelha. A ação será nesta quarta-feira (8/5/24), entre 18 e 22 horas, a pedido do deputado Betão (PT).

O objetivo é dar visibilidade à causa, em apoio a pacientes, familiares, profissionais de saúde e pesquisadores dedicados a aprimorar a qualidade de vida das pessoas com talassemia. A iniciativa integra a campanha Laços da Consciência da ALMG.

A talassemia, também chamada “anemia do Mediterrâneo”, é uma doença hereditária que afeta a produção da hemoglobina, componente do sangue. Cabe à hemoglobina levar oxigênio para todo o corpo, permitindo o correto funcionamento dos órgãos.

Nos casos mais leves, chamados talassemia minor, a anemia pode passar despercebida e sem sintomas. Na forma intermediária, a deficiência da síntese de hemoglobina é moderada, e as consequências, menos graves.

Já a talassemia major, ou anemia de Cooley, é uma forma grave da doença, causada pela transmissão de dois genes defeituosos, um do pai e outro da mãe. Nesses casos, podem ocorrer alterações orgânicas importantes, como o aumento do baço, atraso no crescimento e problemas nos ossos.

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Os sintomas estão diretamente relacionados à gravidade da doença. Os mais comuns são cansaço e fraqueza, palidez e icterícia, atraso no crescimento, abdômen desenvolvido, aumento do baço e alterações ósseas.

A palavra talassemia deriva dos termos gregos thalassa (mar) e emas (sangue). Assim, os médicos descreveram uma doença hematológica (relativa ao sangue) cuja origem está nos países banhados pelo mar Mediterrâneo, como Grécia e Itália. Por isso, a expressão “anemia do Mediterrâneo”.

Normas

Duas normas estaduais buscam aprimorar o atendimento em saúde dos pacientes com talassemia. A Lei 14.088, de 2001, dispõe sobre a prestação de aconselhamento genético e assistência médica integral aos portadores de traço e de anemia falciformes e busca garantir o exame diagnóstico de hemoglobinopatias.

Já a Lei 13.317, de 1999, que contém o Código de Saúde de Minas Gerais, prevê que compete ao Sistema Único de Saúde (SUS), no que se refere à política de sangue, hemocomponentes e hemoderivados, realizar o atendimento a portadores de coagulopatias e hemoglobinopatias. Ambas derivaram de projeto do ex-deputado Adelmo Carneiro Leão, então do PT.

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Há, ainda, em tramitação na Assembleia, o Projeto de Lei (PL) 816/23, que institui a Política Estadual de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias. A autora é a deputada Macaé Evaristo (PT).

A talassemia também tem testes diagnósticos previstos em portaria do Hemominas e do Ministério da Saúde.

Laços da Consciência

O programa Laços da Consciência reúne ações de sensibilização sobre temas afetos ao bem-estar social dos mineiros, em especial causas relacionadas à saúde. A ideia é associar causas importantes a meses e cores com a iluminação do Palácio da Inconfidência, além de outras ações em parceria com os gabinetes parlamentares, entidades da sociedade civil e poder público.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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