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Atendimento a estudantes com deficiência passa em 1º turno no Plenário

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O Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, de forma preliminar (1º turno), na Reunião Extraordinária realizada na manhã desta quarta-feira (15/5/24), o Projeto de Lei (PL) 1.235/23. A proposição, de autoria do deputado Ulysses Gomes (PT), trata do atendimento de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação nas instituições de ensino públicas e privadas do sistema estadual de educação.

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O PL 1.235/23 foi aprovado pelos parlamentares na forma de uma nova versão do texto (substitutivo nº 2) sugerida pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia. Da forma aprovada, a proposição traz diretrizes e objetivos para o atendimento desses estudantes nas escolas e também nos conservatórios de música.

Originalmente, a proposição autorizava o governo estadual a implementar o Protocolo Individualizado de Avaliação (PIA), mas seu escopo foi aumentado durante a tramitação da matéria nas comissões da ALMG.

As comissões que analisaram a matéria anteriormente, Constituição e Justiça (CCJ) e Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, tinham sugerido incorporar as propostas originais do projeto à Lei 13.799, de 2000, que trata da Política estadual dos direitos da pessoa com deficiência.

Porém, na forma avalizada pelo Plenário, o entendimento é de que tal lei não aborda de forma central o tratamento a ser dado a essas pessoas no ambiente educacional e que há uma lacuna na legislação educacional do Estado sobre a questão.

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Por isso, a versão final do texto retoma as propostas originais e as amplia para uma legislação que trate de modo abrangente do atendimento a tais estudantes.

O texto aprovado fala da necessidade de formação continuada dos professores para atuar com esse público, de disponibilizar profissionais de apoio, de adaptar tarefas escolares, de flexibilizar horários, de fomentar a permanência dos alunos nas escolas, entre outras diretrizes e objetivos.

O projeto agora retorna à comissão de mérito para novo parecer, antes de ser votado em 2º turno, no Plenário.

Outras nove proposições são aprovadas

E outros oito projetos de lei e de resolução, tratando de temas diversos como declaração de patrimônio, concessão de cidadania honorária e doação de imóveis, entre outros, também foram aprovados pelo Plenário. São eles:

  • PL 934/23, de Adriano Alvarenga (PP), em 2º turno, que declara patrimônio cultural e imaterial do Estado o queijo minas frescal, produzido no Vale do Piranga;
  • PL 2.966/21, de Roberto Andrade (Patriota), em 1º turno, que autoriza o Executivo a doar imóvel ao município de Ubá (Mata);
  • PRE 21/23, da Mesa da Assembleia, em turno único, que concede o título de Cidadão Honorário do Estado a José Arthur de Carvalho Pereira Filho;
  • PL 3.012/21, de Douglas Melo (PSD), em 2º turno, que declara a cavalgada patrimônio cultural imaterial do Estado;
  • PL 900/23, de Coronel Sandro (PL), em 2º turno, que cria o Selo Ecco – Empresa Comprometida no Combate à Obesidade;
  • PL 1.078/23, de Leninha (PT), em 2º turno, que reconhece como de relevante interesse cultural do Estado o queijo minas artesanal e o requeijão moreno da Serra Geral, no Norte de Minas;
  • PL 763/23, de Leleco Pimentel (PT), em 1º turno, que reconhece como de relevante interesse cultural, religioso, paisagístico, turístico e social, de natureza material e imaterial de Minas Gerais, o acervo do Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, em Piranga (Central);
  • PL 1.370/23, do Coronel Henrique (PL), em 1º turno, que reconhece como de relevante interesse cultural, social e econômico do Estado o Festival de Morangos, Rosas e Flores realizado no município de Alfredo Vasconcelos (Central).
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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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