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Audiência discute proposta de regulamentação de terras devolutas

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A Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) discute nesta quinta-feira (7/12/23) a proposta de regulamentação do uso das terras devolutas estaduais. A audiência pública, solicitada pela deputada Leninha (PT) e pelo deputado Roberto Andrade (Patriota), será realizada no Auditório José Alencar, a partir das 9 horas.

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As terras devolutas são as terras públicas sem destinação dada pelo poder público e que em nenhum momento integraram o patrimônio de um particular, ainda que estejam irregularmente sob sua posse. O termo “devoluta” relaciona-se ao conceito de terra devolvida. Isso porque se trata das terras que foram cedidas pela Coroa Portuguesa aos donatários das capitanias hereditárias para fins de colonização. Aqueles que não conseguissem ocupar ou cultivar essas terras deveriam devolvê-las à Coroa.

Em âmbito nacional, a Lei Federal 601, de 1850, de autoria do Imperador D. Pedro II, regulamentou a utilização das terras devolutas do Império. Essa norma autorizou o governo imperial a promover a colonização estrangeira nessas áreas, por meio da concessão de terras públicas a colônias de imigrantes.

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Para disciplinar a utilização das terras devolutas estaduais, o presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite (MDB), apresentou o Projeto de Lei (PL) 3.601/16. O objetivo da proposição é organizar o tratamento jurídico dado ao tema, por meio da consolidação da esparsa legislação estadual existente, de modo a racionalizar a interpretação das leis e viabilizar a execução das políticas agrária e fundiária pelo Estado.

Assim, o projeto define o que são terras públicas e terras devolutas, estabelece os objetivos das políticas de uso de terras urbanas e rurais e define instrumentos para a identificação e concessão das terras públicas. Além disso, disciplina a regularização fundiária urbana e estabelece prioridades para a destinação das terras devolutas rurais e critérios para a legitimação dessas terras.

Para o deputado Tadeu Martins Leite, o assunto é de suma importância para a promoção da dignidade da vida na cidade e no campo. Ele lembra que, desde a extinção do Instituto de Terras do Estado (Iter), em 2013, as ações de regularização fundiária de terras devolutas enfrentam diversas dificuldades jurídicas.

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Em sua justificativa para a audiência pública, a deputada Leninha e o deputado Roberto Andrade concordam com a necessidade de atualização da legislação mineira e defendem o aprofundamento dos debates sobre esse assunto. Eles argumentam que é preciso assegurar a todos os mineiros o direito à terra.

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Durante a fase de discussão em 2º turno no Plenário, o PL 3.601/16 recebeu um substitutivo de autoria dos dois parlamentares. A Comissão de Administração Pública precisa emitir um parecer sobre esse novo texto, para que o projeto possa retornar ao Plenário para votação definitiva.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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