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Ausência do Plano de Saúde de Divinópolis preocupa comissão

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A ausência do Plano Municipal de Saúde 2022-2025 de Divinópolis (Centro-Oeste) e suas consequências para a população da cidade e de toda a macrorregião de saúde, liderada por esse município, serão debatidas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Sem a aprovação do plano, Divinópolis e a macrorregião composta por 54 municípios permanecem sem diretrizes, metas e previsão de financiamento das ações e serviços de saúde, fundamentais para atender de forma adequada às necessidades da população.

A falta desse plano e os impactos dessa ausência serão tema de reunião conjunta das Comissões Extraordinária de Prevenção e Enfrentamento ao Câncer e de Assuntos Municipais e Regionalização. Requerida pela deputada Lohanna (PV), a audiência acontece nesta terça-feira (13/6/23), às 9h30, no Auditório do andar SE.

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Plano reprovado

De acordo com a justificativa do requerimento, Divinópolis vem sofrendo com a ausência de um Plano Municipal de Saúde – o último PMS foi aprovado para o período de 2018 a 2021. Já o plano subsequente, referente ao período de 2022-2025, foi reprovado pelo Conselho Municipal de Saúde (CMS) local, conforme consta da Resolução CMS-DIV 2/23, assinada pelo presidente do órgão, em fevereiro deste ano.

Quando ainda era vereadora em Divinópolis, Lohanna apresentou denúncia ao Ministério Público do Tribunal de Contas do Estado (MP-TCE), sobre a ausência do PMS 2022/2025. O órgão acatou a representação da parlamentar e pediu esclarecimentos a Prefeitura de Divinópolis quanto a esse fato e, ainda, em relação ao número insuficiente de médicos no atendimento municipal.

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O documento, assinado pelo procurador do MP-TCE, Daniel Guimarães, de maio deste ano, aponta que há indícios de violação do artigo 4º, inciso III e parágrafo único da Lei Federal 8.142, de 1990, e recomenda a instauração de procedimento preparatório.

A Lei 8.142 dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde. Já o inciso III do artigo 4º prevê a apresentação do Plano de Saúde como requisito essencial para o ente federado (município, estado ou Distrito Federal) receber os recursos do Fundo Nacional de Saúde.

Necessidade do concurso público

O procurador afirmou também que o concurso público para provimento de pessoal na área médica é a medida adequada para proporcionar atendimento de qualidade em observância às diretrizes do SUS. De acordo com o MP-TCE, as contratações temporárias de médicos não estão suprindo a demanda e, “no cenário atual, o município tem capacidade para contratar mais médicos”. O órgão entendeu também que há irregularidade na ausência de publicação do PMS 2022/2025.

A deputada Lohanna justificou sua denúncia por avaliar que Divinópolis, como polo regional de saúde, recebe verbas federais e estaduais e qualquer irregularidade no uso desses recursos afeta, não só o município, mas toda a macrorregião Oeste de saúde.

Conselho devolveu plano à Secretaria de Saúde

Na Resolução do CMS-DIV, o Conselho recomendou a devolução do Plano Municipal de Saúde 2022-2025 à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), para que fossem feitas as adequações sugeridas no parecer. No entanto, conforme o requerimento da deputada Lohanna, até o presente momento, a SMS não promoveu as adequações. Esse fato deixou desprotegida a população divinopolitana e, indiretamente, a macrorregião abarcada por ela. O plano contém, além de diretrizes e metas, a previsão de financiamento de ações e serviços de saúde para atender os usuários locais e da região.

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Ainda segundo o requerimento, o plano municipal de saúde é um documento legal, mas de características flexíveis e dinâmicas, que deve ser consultado, ajustado, executado e não engavetado. O objetivo disso é operacionalizar as decisões tomadas em torno do que fazer para enfrentar problemas e atender necessidades de saúde da população de cada município.

Plano participativo

Na avaliação do gabinete da deputada Lohanna, é importante que a elaboração do PMS ocorra de forma participativa, para que a comunidade eleja os principais problemas a atacar, minimize os conflitos de interesse, defina as ações prioritárias e as estratégias exequíveis de intervenção.

“Todos os atores sociais têm direito de serem ouvidos nos conselhos de saúde; suas opiniões e preferências devem ser respeitadas, já que os cidadãos se situam no centro do modelo de prestação de cuidados de saúde”, afirma o requerimento.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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