Política
Avança criação de banco de dados sobre acusados e condenados por crimes contra policiais

O Projeto de Lei (PL) 1.076/19, que originalmente dispõe sobre a criação do Cadastro Estadual de Homicidas de Agentes de Segurança Pública, recebeu, nesta terça-feira (2/4/24), parecer pela legalidade da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
De autoria do deputado Bruno Engler (PL), a matéria teve como relator o deputado Charles Santos (Republicanos). Ele opinou pela constitucionalidade da matéria a partir de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 1). Agora o projeto já pode seguir para análise da Comissão de Segurança Pública em 1º turno.
O projeto original institui o referido cadastro e destaca que ele será público, por meio de meios eletrônicos e digitais. Também prevê que nele conste nome completo e fotografia do homicida.
Já o novo texto apresentado pelo relator, conforme o parecer, consolida em um único documento as disposições mais importantes da matéria em questão e do PL 1.955/24, de autoria do deputado Sargento Rodrigues (PL).
Esse último projeto institui a criação de banco de dados com informações sobre pessoas acusadas ou condenadas pela prática de crimes contra agentes de segurança pública e foi anexado ao conteúdo analisado.
O substitutivo nº 1 ainda incorpora sugestão de emenda de Sargento Rodrigues em relação ao compartilhamento de informações desse banco de dados.
Mudanças propostas
Dessa forma, a ementa do projeto passa a dispor sobre banco de dados com informações sobre pessoas acusadas ou condenadas pela prática de crimes contra agentes de segurança pública no Estado.
Assim sendo, o projeto determina que o Estado manterá banco de dados com informações sobre pessoas acusadas ou condenadas pela prática de crimes contra policiais civis, policiais militares, policiais penais, bombeiros militares, agentes de segurança socioeducativos, policiais rodoviários federais, policiais federais e guardas municipais.
Nesse banco de dados, constarão informações sobre pessoas investigadas, as quais respondam a processo criminal ou que já tenham sido condenadas pela prática de crimes contra a vida, lesões corporais, ameaça e roubo.
Essas informações se referem a nome completo, filiação, data de nascimento, número do documento de identificação, endereço residencial, apelido, se houver, sinais característicos, como tatuagens ou cicatrizes, número do Infopen, que se refere ao sistema de informações estatísticas do sistema penitenciário brasileiro, além de fotografia do identificado.
Ainda conforme o substitutivo, cabe ao Poder Executivo a gestão e atualização dessas informações, bem como o compartilhamento das mesmas com:
- órgãos vinculados à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública,
- Ministério Público,
- varas de execução penal responsáveis pela execução da pena privativa de liberdade aplicada aos condenados pelos crimes previstos.
O deputado Sargento Rodrigues salientou a importância do projeto, ao qual se referiu como o PL Roger Dias, sargento da Polícia Militar, de 29 anos, assassinado em janeiro deste ano durante uma perseguição a um preso que fugiu da prisão depois de uma saída temporária na Capital.
“Ele já tinha cometido três crimes graves. Mesmo assim teve direito à saída temporária que culminou na morte do sargento, um policial sério e honrado”, disse.
O deputado Arnaldo Silva (União), presidente da comissão, destacou que o projeto representa um avanço para a segurança pública.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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