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Beneficiários da Minascaixa aplaudem nova versão do PL que atende suas reivindicações

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Sob aplausos de aposentados e pensionistas da Minascaixa, o Projeto de Lei (PL) 810/23, que originalmente institui benefício assistencial de até R$ 4 mil mensais aos 317 remanescentes dessa categoria, teve novo parecer de 1º turno aprovado nesta terça-feira (20/6/23).

De autoria do governador Romeu Zema (Novo), a proposição recebeu novo texto (substitutivo) que a altera substancialmente, em reunião da Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

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Prevê o projeto original que o benefício terá como base o valor da aposentadoria ou pensão paga em março deste ano, limitado a R$ 4 mil. Além disso, de acordo com o texto, o benefício é individual, a ser pago ao longo da vida do beneficiário, sem poder ser incorporado aos proventos básicos ou à pensão por morte. Em caso de falecimento, não haverá transferência para outra pessoa.

O parecer do relator da matéria na Comissão de Administração Pública, deputado Rodrigo Lopes (União), apontou outro caminho, que garante o pagamento integral, pelo Tesouro do Estado, dos benefícios dos aposentados e pensionistas, incluindo o 13º salário. O substitutivo contempla também o reajuste anual dos vencimentos, segundo o índice de correção monetária dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social.

Por fim, o novo texto garante, diferentemente do projeto original, a manutenção do pagamento do benefício no caso do falecimento do assistido ou do pensionista: em favor do cônjuge, da companheira ou do companheiro sobrevivente, bem como dos filhos do beneficiário que sejam inválidos ou tenham deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave.

Vários parlamentares destacaram a importância da busca do consenso para garantir os direitos dos aposentados e pensionistas da Minascaixa, numa negociação que envolveu representantes do governo e deputados de várias tendências ideológicas.

Antes de ir a Plenáro, o projeto passará ainda pelas Comissões do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social e de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO). 

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Estado é responsável pelo pagamento integral

Dessa forma, o relator divergiu da interpretação governista que embasou o texto apresentado por meio de mensagem. Segundo o parlamentar, é equivocada a previsão de que os proventos só devem ser pagos no limite dos valores incorporados pelo plano de previdência dos funcionários da Minascaixa.

Essa interpretação, conforme o parecer, não se sustenta na Lei 21.527, de 2014, que, entre outras medidas, autoriza o Estado a incorporar o patrimônio remanescente do liquidado Plano de Previdência Complementar MinasCaixa RP-2. Em sentido contrário, o relator entende que o Estado tem responsabilidade pela satisfação integral dos proventos devidos aos remanescentes da Minascaixa, independentemente de os recursos transferidos terem se esgotado.

Isso porque, na sua opinião, a opção do Estado de incorporar os valores remanescentes, em vez de reparti-los entre os beneficiários, retirou dos assistidos e pensionistas o direito de escolher o que fazer com os valores de sua titularidade. Ao mesmo tempo, o Estado chamou para si a obrigação de prover os benefícios a que essas pessoas faziam jus.

Reajuste da educação é apreciado

Ainda na mesma reunião, foi aprovado parecer favorável de 1º turno ao PL 822/23, que trata do reajuste dos valores de vencimento das carreiras, dos cargos de provimento em comissão e das gratificações de função do Grupo de Atividades de Educação Básica do Poder Executivo.

Também de autoria do governador, o projeto foi relatado pelo presidente da comissão, deputado João Magalhães (MDB). Ele opinou pela aprovação da matéria com a emenda nº 1, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). 

Durante a discussão da proposta foram apresentadas seis emendas de parlamentares que, em síntese, estendiam o reajuste dos profissionais da educação a diversas outras categorias. Apesar da defesa por alguns parlamentares das seis emendas, todas foram rejeitadas pela comissão.

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Votaram favoravelmente as emendas os deputados Sargento Rodrigues (PL) e Professor Cleiton (PV) e a deputada Beatriz Cerqueira (PT).

O texto do PL prevê que serão reajustados em 12,84%, a partir de 1º de janeiro de 2023: os vencimentos dos cargos das carreiras do Grupo de Atividades de Educação Básica do Executivo; os vencimentos dos cargos de provimento em comissão de Diretor de Escola e Secretário de Escola; e as gratificações de função de vice-diretor de escola, coordenador de escola e coordenador de posto de educação continuada (Pecon).

Piso nacional

Segundo o texto, o reajuste acontecerá para adequação dos vencimentos ao valor do piso nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, a que se refere a Lei Federal Lei 11.738, de 2008.

O mesmo reajuste será concedido também ao servidor inativo e ao pensionista que fazem jus à paridade; ao detentor de função pública e ao convocado para função de magistério (tratados na Lei 15.293, de 2004; e ao contratado temporário, (de que trata a Lei 23.750, de 2020.

Emenda

A emenda nº 1, apresentada na CCJ, faz uma pequena retificação no texto, explicitando que o reajuste será concedido ao convocado para função de magistério, de que trata, não a Lei 15.293, de 2004, mas sim, o Decreto 48.109, de 2020.

Esse decreto dispõe sobre a convocação de profissionais para o exercício das funções de magistério nas unidades de ensino de educação básica e superior dos órgãos, autarquias e fundações do Executivo.

O projeto segue agora para a FFO antes de chegar ao Plenário.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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