Política
CCJ avaliza projeto para pagamento de insalubridade aos auxiliares de serviços da educação

O Projeto de Lei (PL) 398/23, que dispõe sobre a concessão de Adicional de Insalubridade para os servidores ocupantes do cargo de Auxiliar de Serviços de Educação Básica (ASB) vinculados à Secretaria de Estado de Educação, recebeu, nesta terça-feira (11/6/24), parecer pela legalidade da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
De autoria da deputada Beatriz Cerqueira (PT), a matéria teve como relator o deputado Lucas Lasmar (Rede). Ele opinou pela constitucionalidade da proposição conforme o texto original.
De acordo com o projeto, o Poder Executivo fica autorizado a conceder aos servidores ocupantes do cargo de ASB constante da carreira de que trata a Lei 15.293, de 2004, o adicional de insalubridade no grau máximo correspondente ao percentual de 40% do vencimento básico.
Segundo a proposição, esse servidor fará jus ao adicional de insalubridade no grau máximo enquanto estiver afastado legalmente das suas funções, sem prejuízo do salário e demais vantagens, gratificações do seu cargo ou função.
Por fim, estabelece que as despesas decorrentes da lei correrão à conta da dotação orçamentária própria, podendo ser complementada, se necessário.
Conforme justificativa da autora da proposição, com base no entendimento do Judiciário, o ASB faz jus à percepção do Adicional de Insalubridade em grau máximo, já que suas atividades são consideradas insalubres, pois estão constantemente expostos a agentes químicos e biológicos, os quais trazem risco à saúde e, a longo, prazo poderão causar doenças.
Abordagem da capoeira em escolas
Também foi analisado pela CCJ o PL 1.546/23, que originalmente institui o reconhecimento do caráter educacional e formativo da capoeira em suas manifestações culturais, artísticas, sociais e esportivas.
O projeto é da deputada Macaé Evaristo (PT) e foi relatado pelo deputado Zé Laviola (Novo). Ele opinou pela constitucionalidade da matéria conforme novo texto apresentado (substitutivo nº 1).
O substitutivo nº 1 passa a inserir dispositivos na Lei 15.476, de 2005, a qual determina a inclusão de conteúdos referentes à cidadania nos currículos das escolas de ensino fundamental e médio.
Assim sendo, acrescenta entre os conteúdos a serem incluídos no plano curricular a educação patrimonial. E estabelece que, na abordagem desse tema, serão enfatizadas as contribuições das tradições afrodescendentes para a cultura mineira, como a capoeira, quando autorizadas por escrito pelos pais ou responsáveis, sem nenhum prejuízo em relação à frequência, aproveitamento do estudante ou outras eventuais penalidades.
Esse último conteúdo foi sugerido por proposta de emenda da deputada Chiara Biondini (PL) e dos deputados Eduardo Azevedo (PL), Leandro Genaro (PSD) e Charles Santos (Republicanos), aprovada pela maior parte dos integrantes da comissão e rejeitada por deputados da oposição.
A discordância em relação a esse ponto motivou, inclusive, a troca de relatoria da proposição, feita inicialmente pelo deputado Doutor Jean Freire (PT). Ele havia opinado pela rejeição da proposta por entender que a mesma impacta da autonomia das escolas.
Ainda para o parlamentar, o conteúdo diz respeito apenas à abordagem do assunto e não à prática da capoeira, o que tornaria desnecessária a autorização dos pais.
A proposta foi defendida pelos deputados Charles Santos e Bruno Engler (PL). De acordo com eles, a iniciativa é relevante, mas é necessário ser aceita pelos pais, que não podem ser excluídos das decisões relacionadas à educação dos filhos.
Original
O texto original determina que o ensino da capoeira, a ser ministrado por profissionais de capoeira com a graduação de mestre ou contramestre, poderá ser integrado à proposta pedagógica das escolas de ensino básico, públicas e privadas, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.
Ainda segundo o original, os estabelecimentos de educação básica, públicos e privados poderão celebrar parcerias com entidades ou associações vinculadas a entidades de administração do desporto de capoeira. Por fim, fica o profissional da capoeira intitulado mestre da cultura popular.
Os dois projetos acima seguem para análise de 1º turno da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia.
PL que traz mudanças no Ipsemg é retirado de pauta
Durante a reunião, o deputado Sargento Rodrigues (PL) apresentou requerimento para a retirada de pauta do PL 2.238/24, que traz modificações ao Instituto de Previdência dos Servidores do Estado (Ipsemg), entre elas o aumento de alíquotas de contribuição de servidores. O requerimento foi aprovado.
A deputada Beatriz Cerqueira (PT) pediu que a matéria não seja pautada na CCJ nesta semana para que os sindicatos de servidores posam procurar o relator do projeto na comissão, deputado Zé Laviola, e estabelecer diálogo sobre o assunto.
Ainda conforme a parlamentar, a proposição é mais ampla do que aumentar alíquotas de contribuição, trazendo mudanças estruturais em relação ao Ipsemg.
Lucas Lasmar (Rede) também defendeu que haja diálogo em relação à matéria para que o serviço prestado pelo Ipsemg seja melhorado, sobretudo, para quem está no interior e tem dificuldades de acessar os serviços.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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