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CCJ dá aval a projeto sobre elaboração de plano de controle de barragens

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) emitiu, nesta terça-feira (28/11/23), parecer pela legalidade do Projeto de Lei (PL) 502/23, que originalmente cria o programa de apoio à população ribeirinha e demais atingidos pelas cheias das concessionárias de usinas hidrelétricas no Estado.

De autoria do deputado Adriano Alvarenga (PP), a matéria teve como relator o deputado Thiago Cota (PDT), que opinou pela sua constitucionalidade na forma de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 1).

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Esse novo texto passa a estabelecer o plano de controle das barragens para as concessionárias e autorizadas de serviços públicos de fornecimento de água e energia elétrica do Estado de Minas Gerais. Ele também faz algumas adequações ao projeto original, sem contudo alterar seu conteúdo de forma substancial.

O substitutivo nº 1 inova ao prever formas para dar acesso ao plano de controle como forma de assegurar a transparência de informações e estimular a participação direta ou indireta da população nas ações preventivas e emergenciais.

Dessa forma, prevê que o referido plano ficará disponível no órgão ou entidade ambiental competente e em meio digital no site do empreendedor.

Outra maneira é em meio físico, no empreendimento, nos órgãos ou entidades estaduais e municipais de proteção e defesa civil e nas prefeituras dos municípios situados a jusante da barragem que tenham área incluída na mancha de inundação. O projeto original previa que o plano fosse publicizado, mas não detalhava as formas.

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Controle para cada período chuvoso

O projeto original traz previsões, mantidas no substitutivo, como a obrigação de as concessionárias de serviços públicos de fornecimento de água e energia elétrica elaborarem e divulgarem um plano de controle das barragens, exclusivo para cada período de chuvas do ano.

Também determina que o referido plano deve ser comprovadamente efetivo para a população da respectiva localidade.

Além disso, estabelece que as concessionárias informem a população mediante afixação de cartazes em todos os postes e balizadores de iluminação, instalação de sirenes sonoras nas localidades e publicação mensal, em jornais de grande circulação, do volume de água da barragem, entre outros pontos.

Na justificativa do projeto, o deputado Adriano Alvarenga disse que a proteção da população que vive próxima às barragens é o objetivo primordial do projeto de lei.

A matéria segue agora para análise da Comissão de Segurança Pública, em 1º turno.

Notificação sobre suspensão de abastecimento de água

Na reunião, também foi analisado o PL 3.466/22, que originalmente dispõe sobre a obrigatoriedade de as empresas de saneamento básico notificarem os estabelecimentos da área de saúde sobre a suspensão do serviço de abastecimento de água.

De autoria do deputado Doutor Jean Freire (PT), o projeto teve como relator o deputado Cristiano Silveira (PT) que opinou pela constitucionalidade da matéria a partir de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 1).

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Esse novo texto acrescenta dispositivo à Lei 18.309, de 2009, que estabelece, entre outros pontos, normas relativas aos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

Essa norma estabelece a prioridade para o atendimento das funções essenciais relacionadas com a saúde pública como uma das diretrizes da prestação e da utilização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

Dessa forma, o dispositivo passa a prever que, para cumprir essa determinação, os estabelecimentos públicos e privados de saúde do Estado deverão, no caso de interrupção do serviço de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, ser comunicados de forma imediata pelo prestador do serviço.

Original

O projeto original prevê que a comunicação deverá ser realizada por qualquer meio que permita comprovar que a informação foi transmitida ao estabelecimento da área de saúde.

Também determina que a ausência da comunicação sujeitará o infrator a multa diária de 10% sobre o valor da tarifa do último mês.

Na justificativa do projeto, o deputado Doutor Jean Freire enfatizou que tem recebido diversas denúncias de que o serviço de abastecimento de água em municípios foi interrompido, sem a devida comunicação aos estabelecimentos de saúde.

Citação

A matéria segue agora para análise da Comissão de Saúde, em 1º turno.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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