Política
Código Estadual de Direitos Animais avança na Assembleia

Minas Gerais pode ganhar em breve um Código Estadual de Direitos Animais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) 2.216/20, de autoria da deputada Ione Pinheiro (União) e do ex-deputado Osvaldo Lopes, que recebeu parecer pela legalidade em reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
A aprovação do parecer do relator, deputado Arnaldo Silva (União), que também preside a comissão, aconteceu em reunião realizada na manhã desta terça-feira (11/7/23). Com isso, o projeto segue agora para análise das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) antes de ser votado de forma preliminar (1º turno) pelo Plenário.
O parecer aprovado pelos deputados da CCJ lembra que a mesma iniciativa foi tema de projetos de lei nas últimas quatro legislaturas, tendo recebido parecer favorável da CCJ todas as vezes, posição que foi ratificada agora mais uma vez.
Contudo, o parecer aprovado agora sugere um novo texto (substitutivo nº 1) dispondo sobre a instituição de uma política estadual de proteção dos animais, preservando leis estaduais sobre o tema já em vigor ou em consonância com a Constituição e outras leis federais.
O parecer de Arnaldo Silva inclusive cita algumas leis importantes sobre o mesmo tema:
- Lei 22.231, de 2016, que dispõe sobre a definição de maus-tratos contra animais no Estado
- Lei 21.159, de 2014, que proíbe, no território do Estado, a apresentação, a manutenção e a utilização de animais silvestres ou domésticos, nativos ou exóticos, em espetáculos circenses
- Lei 21.970, de 2016, que dispõe sobre a proteção, a identificação e o controle populacional de cães e gatos
- Lei 23.050, de 2018, que proíbe a utilização, no Estado, de animais para desenvolvimento, experimento e teste de perfumes e produtos cosméticos e de higiene pessoal e seus componentes
- Lei Federal 11.794, de 2008, que estabelece procedimentos para o uso científico de animais.
“Deixamos a avaliação da pertinência e eficácia de eventual reunião em um único diploma normativo dos temas relativos aos direitos e proteção dos animais já previstos em leis autônomas a cargo da comissão de mérito”, conclui Arnaldo Silva no parecer aprovado, em alusão ao fato de que o PL 2.216/20 ainda será analisado pela Comissão de Meio Ambiente da ALMG.
Na forma como recebeu o aval da CCJ, o texto do projeto estabelece, já nos artigos 2º e 3º, as diretrizes e objetivos da futura Política Estadual de Proteção aos Animais. Neste último item estão:
- garantir a proteção e a perpetuação das espécies da fauna silvestre
- fomentar a preservação, conservação e manutenção dos habitats naturais
- garantir e incentivar a guarda responsável dos animais domésticos
- estimular a execução de políticas de controle populacional de cães e gatos
- contribuir para a execução de políticas públicas de controle de zoonoses
- promover a realização de programas de educação ambiental e prevenção de maus-tratos aos animais.
Por fim, o novo texto do PL 2.216/20 também enumera, no artigo 4º, uma série de ações a serem implementadas pelo Estado:
- planejamento, coordenação, fiscalização e execução de ações de proteção aos animais
- identificação de áreas prioritárias para a proteção da fauna silvestre e criação de unidades de conservação nesses locais
- elaboração da relação de espécies da fauna ameaçadas de extinção no território estadual, mediante laudos e estudos técnico-científicos
- fomento às atividades que conservem as espécies da fauna ameaçadas de extinção
- aprovação do funcionamento de criadouros da fauna silvestre
- prevenção em relação à introdução, no Estado, de espécies da fauna exótica ou de animais geneticamente modificados
- realização e apoio ao desenvolvimento de ações educativas de prevenção aos maus-tratos aos animais e guarda responsável de animais domésticos
- apoio às prefeituras na realização de políticas públicas de manejo populacional de cães e gatos e controle de zoonoses
- fomento à substituição de veículos de tração animal destinados ao transporte de carga e de instrumentos agrícolas e industriais por veículos de tração ou propulsão humana, mecânica ou elétrica
- desestimulo à manutenção e à utilização de animais em atividades de diversão, cultura e entretenimento
- fiscalização de estabelecimentos que comercializem animais e de eventos voltados para sua exibição ou adoção
- combate à criação e à reprodução de espécies exóticas em cativeiro sem autorização, permissão ou licença do órgão ambiental competente
- articulação com a União no controle da coleta de espécimes da fauna silvestre, ovos e larvas destinadas à implantação de criadouros e à pesquisa científica
- apoio à limitação do uso de animais em atividades de ensino e de pesquisa científica.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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