Política
Combate a fake news no ambiente escolar avança na Assembleia

Combater a disseminação das chamadas fake news (notícias falsas) no ambiente escolar, de forma a auxiliar os estudantes na identificação de conteúdo propositalmente lançado para desinformar e assim criar o hábito de reflexão e questionamento, aguçando o senso crítico, sobretudo com relação ao que é lançado nas redes sociais.
Esse é o objetivo do Projeto de Lei (PL) 603/23, de autoria do deputado Professor Cleiton (PV), que estabelece medidas para o combate à desinformação proposital no âmbito da administração pública.
A proposição teve parecer pela legalidade aprovado em reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na manhã desta terça-feira (12/9/23) e seguirá agora para análise das comissões de Educação, Ciência e Tecnologia e de Administração Pública antes de ser votado de forma preliminar (1º turno) pelo Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
O relator, deputado Thiago Cota (PDT), foi pela aprovação da matéria na forma de um novo texto (substitutivo nº 1), que não altera o seu objetivo, mantendo a autonomia dos estabelecimentos de ensino para construírem suas propostas pedagógicas e preservando a competência exclusiva do Executivo.
Assim, propõe agora uma modificação na Lei 20.629, de 2013, que trata da Semana de Conscientização sobre o Uso Adequado das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação.
Combate à desinformação fraudulenta na sala de aula
Originalmente, conforme destaca o parecer, a proposição estabelece como diretriz para elaboração do currículo de referência de Minas Gerais o conteúdo “Combate à desinformação fraudulenta” para, em linhas gerais, orientar jovens e profissionais da educação para o combate às fake news e auxiliar a criação de mecanismos para que a desinformação fraudulenta seja combatida no ambiente escolar e nas redes sociais, a partir do processo do aprendizado.
O projeto também prevê, entre outras medidas, que a Controladoria Geral do Estado deverá apurar e atuar para que a desinformação seja combatida dentro da administração pública do Estado de Minas Gerais. Também estabelece que o Estado destinará parte da verba utilizada para publicidade, bem como horário em sua grade de comunicação nos veículos oficiais do Estado, para combater a desinformação fraudulenta.
“Não há como negar a importância, nos dias de hoje, da necessidade de serem instituídos programas de combate à desinformação fraudulenta (fake news) nos diversos ambientes públicos e privados, com o propósito de garantir o exercício dos direitos fundamentais insculpidos na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, bem como os pilares do Estado Democrático de Direito”, pondera Thiago Cota, em seu parecer.
O parecer também lembra que em razão do alastramento do fenômeno da desinformação não apenas no Brasil, mas em diversos países de regime democrático, com profundos reflexos à lisura do sistema eleitoral, diversas medidas têm sido adotadas pelas instituições democráticas brasileiras.
São citados nesse aspecto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao instituir o Programa de Enfrentamento à Desinformação; o Supremo Tribunal Federal, com o Programa de Combate à Desinformação e, ainda, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Por fim, o parecer também aponta que apesar de a Constituição Federal de 1988 garantir o direito fundamental à liberdade de expressão, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) estabelece que o referido direito não autoriza a propagação de desinformação e notícias falsas.
Projeto dobra prazo para pagamento de ITCD
Também de autoria de Professor Cleiton, o PL 723/23 recebeu na mesma reunião parecer da CCJ pela legalidade, na forma original. A proposição pretende alterar a abertura da sucessão estipulada na Lei 14.941, de 2003, de forma a dobrar os prazos para pagamento do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) no Estado.
Com a aprovação do parecer na CCJ, a proposição seguirá agora para análise das comissões de Administração Pública e de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) antes de ser votada em 1º turno pelo Plenário.
Conforme esclarece o parecer do relator, deputado Doutor Jean Freire (PT), o PL 723/23 altera o inciso I do artigo 13 e o inciso I do parágrafo único do artigo 10, ambos da Lei 14.941, dobrando os prazos legais atualmente previstos sem que isso traga qualquer prejuízo ao Estado.
O trecho do artigo 13 citado prevê que o imposto será pago na transmissão causa mortis, no prazo de 180 dias contados da data da abertura da sucessão.
Já o trecho do artigo 10 mencionado diz que o imposto será calculado aplicando-se a alíquota de 5% sobre o valor total fixado para a base de cálculo dos bens e direitos recebidos em doação ou em face de transmissão causa mortis. Mas, nesse caso, o Executivo poderá conceder desconto na hipótese de transmissão causa mortis, de até 20% do valor do imposto devido, desde que recolhido no prazo de até 90 dias contados da abertura da sucessão.
Doutor Jean Freire conclui em seu parecer que o Estado está autorizado a legislar sobre matéria tributária e o tema também não é de competência privativa do governador.
“Não há óbices jurídicos para a sua tramitação nesta Casa. Caberá às comissões de mérito avaliar o interesse público, o impacto financeiro e orçamentário da medida, bem como a conveniência de aprová-la”, concluiu o relator.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
-
CIDADES6 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics
-
Coluna Minas Gerais7 dias atrás
Cooxupé tem faturamento recorde
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Falta de planejamento e o alto custo na mesa do consumidor
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
CAAMG abre a primeira semana da Campanha de Vacinação Antigripal para a advocacia de Minas Gerais