Política
Comissão adia votação de parecer sobre regulamentação de terras públicas

O deputado Leonídio Bouças (PSDB) distribuiu cópias (avulsos) do seu parecer sobre o Projeto de Lei (PL) 3.601/16, que trata da gestão de terras públicas e da regulamentação de procedimentos fundiários, aos colegas da Comissão de Administração Pública. Assim, a votação do relatório foi adiada na reunião desta quarta-feira (6/12/23).
A comissão se reuniu para analisar um texto alternativo (substitutivo nº 2) ao aprovado em 1º turno, apresentado em outubro no Plenário. O relator sugere um novo texto, o substitutivo nº 3, e a rejeição de duas emendas da Comissão de Direitos Humanos.
Como destaca Leonídio Bouças, que também preside a Comissão de Administração Pública, o projeto foi elaborado para consolidar a legislação sobre terras devolutas (aquelas sem destinação dada pelo poder público e que em nenhum momento integraram o patrimônio de um particular), mas, durante a sua tramitação, transformou-se em um novo marco para o tratamento das terras públicas estaduais.
Entre as medidas previstas no projeto, o parlamentar destaca os procedimentos de identificação, discriminação, venda e concessão de terras públicas, mecanismos direcionados a regularizar a situação fundiária das terras de domínio estadual.
O substitutivo apresentado em Plenário tinha o objetivo de incorporar mudanças como as novidades introduzidas na legislação federal sobre registros públicos, a possibilidade de o Estado realizar diretamente a regularização de imóveis próprios e a proibição da legitimação de mais de uma área devoluta urbana em nome de uma mesma pessoa.
As alterações propostas no substitutivo nº 2 foram incorporadas pelo substitutivo nº 3, que também promove ajustes de redação e inclui sugestões de revisão e aperfeiçoamento oriundas do diálogo com parlamentares e setores técnicos do Poder Executivo.
Após a votação do parecer da Comissão de Administração Pública, o projeto poderá ser votado em definitivo no Plenário.
Emendas
Uma das emendas rejeitadas pelo relator exclui dispositivo que prevê o perdão da dívida das empresas arrendatárias quando do recebimento das áreas devolutas que ainda se encontram em sua posse, em função de contratos de arrendamento firmados e/ou renovados.
A segunda suprime a expressão “ou arrendadas” de um dispositivo que também se refere às terras públicas, por considerar que aquelas que se encontram em posse dos arrendatários são públicas, não devendo, portanto, figurarem como outra natureza de terras do Estado.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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