Política
Comissão buscará mediação do MP para reabrir leitos de UTI em Barbacena

Para permitir o funcionamento de dez leitos de UTI em Barbacena (Central), a Comissão de Direitos Humanos deve solicitar a intermediação do Centro de Autocomposição de Conflitos e Segurança Jurídica (Compor) do Ministério Público do Estado. A medida foi anunciada pelo deputado Lucas Lasmar (Rede), que participou de audiência pública dessa comissão nesta segunda-feira (11/12/23), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
O parlamentar é o autor do requerimento pela reunião, que tratou da falta desses leitos nesse município e o impacto disso, especialmente na perda de 346 pessoas atendidas no Hospital Policlínica local e em outros estabelecimentos de saúde locais. Em novembro deste ano, a Comissão de Saúde realizou outra audiência para debater o tema.
Lucas Lasmar explicou que as exigências de adequação do projeto arquitetônico e de questões sanitárias da Policlínica partem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A unidade já conseguiu superar alguns pontos, mas faltam recursos para completar o projeto, que teria um custo total de R$ 9 milhões.
Detalhes
Na avaliação dele, muitos itens exigidos pela norma federal e fiscalizados pelas Vigilâncias Sanitárias do Estado e do Município se apegam a detalhes, que não prejudicariam o funcionamento da instituição. Ele lembrou que durante a pandemia do coronavírus, foram estruturados na Policlínica 35 leitos UTI, a um custo de R$ 2,5 milhões, para pacientes com covid-19, atendendo a cerca de 3500 pessoas.
Questionou porque, pelo menos, dez leitos, prontos para funcionar, não podem servir à população atualmente. E registrou que a Macrorregião de saúde de Barbacena engloba 51 municípios, contando com 89 leitos UTI, sendo que a necessidade atual é de 107.
Lucas Lasmar lamentou ainda a ausência do secretário de Estado de Saúde, Fábio Bacheret, convidado para a reunião. E completou que, se houver necessidade, vai convocar o gestor para outra audiência sobre o tema.
Maioria dos hospitais não tem projeto arquitetônico
Otávio Ramos Vieira, diretor-geral da Policlínica, lamentou a morte de pacientes devido à falta de leitos. “Quem realmente precisa, os cidadãos mais pobres, pais, mães, estão morrendo; e as autoridades estão negligenciando esse problema”, criticou. Ele disse que a unidade não se nega a fazer as modificações exigidas, mas as autoridades têm que dar um prazo maior para isso seja realizado, mesmo porque vidas estão sendo perdidas devido a falta dos leitos UTI.
De acordo com o gestor, entre os hospitais filantrópicos, 78% também não têm projeto arquitetônico aprovado e na própria rede Fhemig, apenas três hospitais contam com tal projeto. “Por que a regra dura só vale para a Policlínica de Barbacena?”, questionou.
Marcelo Henrique de Oliveira, diretor assistencial da Policlínica, acrescentou que muitos pacientes ficam até duas semanas na Sala Vermelha e não conseguem UTI porque a quantidade de leitos desse tipo é insuficiente. A Sala Vermelha é um local de transição, com o equipamento necessário à sobrevivência do paciente em estado grave, até que surja a vaga na UTI.
Sucateamento
Disse ainda que, na BR-040, acontecem acidentes diariamente e muitos pacientes são encaminhados para Barbacena. “Os hospitais filantrópicos estão falidos e sucateados; e são eles que mantêm o SUS vivo; espero que a Secretaria de Estado de Saúde responda, pois precisamos de uma resposta imediata”, clamou ele, considerando Barbacena uma das regiões mais mal assistidas na saúde.
Recuperação da covid-19
Arthur Bernardo Gontijo, presidente do Conselho Instituto Maternidade (Imaip), ressaltou que durante a pandemia, Barbacena teve um dos melhores índices de recuperação de pacientes com covid-19 do Estado, obtendo o índice de 93%. “Naquela época, fomos referência, e agora isso foi esquecido? A falta de estrutura alegada pela Vigilância Sanitária não nos impediu de atender bem lá atrás”, contrapôs. Ele ainda considerou que a morte de mais de 300 pessoas em 2023 devido à falta de leitos UTI deveria ser considerada emergência sanitária, assim como a pandemia.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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