Política
Comissão constata necessidade de alteração estrutural de prédio do Cersami

A Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou visita técnica, na manhã desta sexta-feira (16/6/23), às instalações do Centro de Referência em Saúde Mental Infanto-Juvenil (Cersami), na Capital.
A visita aconteceu como desdobramento de audiência pública da comissão, que foi realizada na ALMG no último dia 26 de maio. Na ocasião, foram feitas diversas denúncias, por entidades, sobre a forma de atendimento e estrutura física do Cersam AD e do Cersami.
Naquela reunião, o coordenador da Comissão de Orientação em Psicologia, Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais, Pedro de Paula do Nascimento Teixeira, havia denunciado que “até o jardim do Cepai – o Centro Psíquico da Infância e Adolescência – fica atrás das grades”.
O prédio fica no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte. A instalação já foi usada, no passado, como hospital psiquiátrico e permanece com instalações do Cepai em uso, com algumas modificações estruturais.
Transição para municipalização
Gerenciado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) desde 2019, o espaço está em transição para a municipalização e muitos servidores estaduais que compõem a gestão poderão optar por serem cedidos à prefeitura ou permanecerem na carreira estadual. Segundo alguns servidores com quem a comissão conversou, a forma como essa transição dos servidores será feita ainda está em debate.
Requerente para a realização da visita, a deputada Bella Gonçalves (Psol) enfatizou que diversas adequações físicas precisam ser feitas ao espaço para que ele seja mais compatível com os atendimentos atualmente oferecidos no prédio pela PBH, que seguem os parâmetros da Reforma Psiquiátrica e do Movimento de Luta Antimanicomial.
No entanto, de acordo com os servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) que gerenciam o espaço, tentativas de reforma são sempre barradas, devido ao tombamento estadual do prédio.
O resultado é que a estrutura predominantemente manicomial do espaço permanece. As grades, bastante visíveis no espaço, são contrabalanceadas por pátios e áreas abertas, onde a maior parte do trabalho de acolhimento acontece.
Atendimento
Com cerca de 130 funcionários e atendimento 24 horas em cinco dias por semana, a equipe multidisciplinar, composta em sua maioria por profissionais da Fhemig, oferece o acolhimento a portas abertas, com atendimento psicológico e a realização de diversas atividades e aulas coletivas, de acordo com a indicação dos pacientes.
A Fhemig não enviou nenhum representante para acompanhar a visita. Além do psicólogo e coordenador da Comissão de Saúde Mental, Pedro Teixeira; também foi na visita a representante do Fórum Mineiro de Saúde Mental, Maria Núbia Alves.
Núbia enfatizou que já acompanhou o processo de municipalização de outros espaços de saúde na Capital e que o fórum acompanha a municipalização de toda a rede de saúde mental em Belo Horizonte desde a década de 1990, quando este debate começou a ser feito.
Além das questões estruturais, a deputada Bella Gonçalves também manifestou preocupação pelo fato de o Governo do Estado ainda não ter cancelado o Edital 1/2023, aberto em outubro do ano passado por parte da Fhemig, para terceirização dos serviços de saúde mental na Capital para Organizações Sociais (OS).
“Eu fui até a Cidade Administrativa e questionei e apesar das conversas entre Estado e município estarem bem adiantadas no sentido da municipalização, o edital permanece aberto. E hoje a Fhemig não mandou ninguém para nos acompanhar. Isso é motivo de preocupação”, alertou a deputada.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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