Política
Comissão dá aval a dois projetos para a área de saúde

A Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou, nesta terça-feira (27/6/23), pareceres de 1º turno favoráveis a duas proposições relacionadas à temática saúde. O Projeto de Lei (PL) 2.197/15 institui o Banco de Remédios, enquanto o PL 644/23 incentiva a doação de medula óssea ao isentar o doador do pagamento de taxa de concurso.
De autoria do deputado Noraldino Júnior (PSC), o PL 2.197/15 foi aprovado na forma do substitutivo nº 3, apresentado pelo relator João Magalhães (MDB). O novo texto faz ajustes legais na proposta relacionados aos artigos 187 e 188 da Constituição Estadual e ao Decreto 48.444, de 2022, que dispõe sobre o recebimento de doações pelo Estado.
Na forma aprovada, o projeto altera a Lei 14.133, de 2001, que dispõe sobre a política estadual de medicamentos e prevê que o Estado promoverá e apoiará a criação de bancos de medicamentos com o objetivo de formar estoque oriundo de doações de pessoas jurídicas. Critérios técnicos estão previstos na proposta. Esses remédios serão oferecidos gratuitamente à população, na forma da futura lei e de regulamento.
Já o PL 644/23, do deputado Lucas Lasmar (Rede), foi aprovado na forma do substitutivo nº 2, apresentado pelo relator, deputado Roberto Andrade (Patriota). A proposição altera a Lei 13.392, de 1999, para incluir os doadores de medula óssea entre os cidadãos isentos de pagar taxa de inscrição em concurso público no Estado. Hoje, há isenção para desempregados e doadores regulares de sangue.
O substitutivo estabelece marco temporal para o benefício, que se inicia a partir da publicação da lei. Também trouxe sanções para quem prestar informações falsas sobre a doação de medula óssea. O texto observa que o doador deve estar cadastrado no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).
A duas propostas ainda devem ser analisadas pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária antes de seguirem para o Plenário.
Fapemig
A Comissão de Administração Pública aprovou, ainda, parecer favorável de 1º turno ao PL 3.619/22. De autoria do deputado Antonio Carlos Arantes (PL), a proposição autoriza a doação a entidades privadas sem fins lucrativos de equipamentos adquiridos no âmbito de projetos de pesquisa custeados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).
O relator, deputado Roberto Andrade, apresentou o substitutivo nº 2 para fazer adequações no texto e deixar claro a vedação de doação a entidade privada com fins lucrativos. Esse projeto também deve passar pela Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária antes da análise do Plenário.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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