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Comissão dá aval a projeto para garantir diagnóstico do pé torto congênito

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O Projeto de Lei (PL) 3.843/22, que tem o objetivo de garantir o diagnóstico do pé torto congênito, recebeu o aval da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), nesta terça-feira (5/3/24). Para isso, a proposição originalmente obriga os hospitais públicos a realizarem exame clínico e ortopédico em recém-nascidos para detectar a doença.

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A matéria é de autoria do deputado Charles Santos (Republicanos). Em sua justificativa, ele explica que o pé torto é uma má formação congênita em que o bebê nasce com um ou os dois pés virados para dentro. Se não tratado, o pé torto pode provocar graves dificuldades de locomoção e transtornos por toda a vida, conforme lembra o parlamentar.

O relator do PL 3.843/22, deputado Dr. Maurício (Novo), informa em seu parecer que o pé torto é uma das deformidades congênitas mais comuns dos membros inferiores, acometendo um em cada 1.000 nascidos vivos. Em seu relatório, ele ressalta que, quando a condição é tratada precocemente e de forma correta, em geral não deixa sequelas e não será considerada uma deficiência.

Ele opinou pela aprovação do projeto na forma do substitutivo nº 2, da Comissão de Saúde. Esse novo texto altera a Lei 22.422, de 2016, que estabelece diretrizes para a adoção de medidas de atenção à saúde materna e infantil no Estado. Com essa alteração, será incluída como diretriz a promoção do acesso ao diagnóstico precoce e à assistência multiprofissional do recém-nascido com pé torto congênito.

O deputado Charles Santos, que nasceu com essa condição, deu o seu relato pessoal sobre a importância do diagnóstico precoce. Ele foi tratado com o método Ponseti, que consiste na aplicação de talas de gesso para promover o alinhamento gradual dos ossos, e também passou por quatro cirurgias. “Posso falar com propriedade que é um tratamento simples. O problema é que, por falta de informação, as famílias não procuram os hospitais”, afirmou.

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O PL 3.843/22 segue agora para a análise de 1º turno da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária.

Projeto sobre síndrome de Down pronto para o Plenário

Também recebeu parecer favorável de 1º turno o PL 631/23, do deputado Grego da Fundação (PMN), que originalmente institui um programa estadual de orientação sobre a síndrome de Down. O relator, deputado Doutor Paulo (Patriota), apresentou o substitutivo nº 2, segundo o qual será instituída uma política pública em âmbito estadual de orientações sobre essa condição.

De acordo com esse novo texto, essa política pública deverá orientar ações governamentais e da sociedade civil organizada voltadas para o esclarecimento sobre a síndrome de Down, o apoio às pessoas com essa deficiência e a seus familiares e o combate ao preconceito.

Entre os objetivos dessa política, estão a promoção de ações voltadas para promover a autonomia e a inclusão social das pessoas com síndrome de Down e o apoio aos pais dessas crianças, com acolhimento no pós-parto e esclarecimentos sobre essa condição.

O PL 631/23 está pronto para discussão e votação em 1º turno no Plenário.

Incentivo para tecnologias assistivas

O PL 1.200/23, que estabelece diretrizes para o incentivo ao empreendedorismo voltado à tecnologia assistiva para pessoas com deficiência, também recebeu parecer favorável de 1º turno.

O objetivo do autor do projeto, deputado Professor Wendel Mesquita (Solidariedade), é estimular o desenvolvimento de dispositivos que atenuam as limitações decorrentes das deficiências, de modo que as pessoas com incapacidades ou com mobilidade reduzida tenham mais autonomia e independência.

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O relator, deputado Doutor Paulo, opinou pela aprovação do PL 1.200/23 na forma do substitutivo nº 1, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Com essa nova redação, o projeto altera a Lei 23.793, de 2021, que contém medidas de estímulo ao desenvolvimento de startups no Estado.

Assim, essa norma passa a contemplar também o incentivo ao desenvolvimento de tecnologias assistivas voltadas para o bem-estar das pessoas com deficiência, incapacidade ou mobilidade reduzida. Além disso, a lei passa a facilitar também o acesso das startups que desenvolvam tecnologias assistivas a programas e instrumentos de fomento.

O PL 1.200/23 segue agora para a análise da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia.

Cordão de girassol para identificar pessoas com deficiências ocultas

Outra proposição que recebeu parecer favorável de 1º turno é o PL 4.050/22, do deputado Professor Wendel Mesquita, que trata da utilização do cordão de girassol como símbolo de identificação das pessoas com deficiências ocultas. O objetivo é garantir o atendimento prioritário e mais humanizado a pessoas com deficiências auditivas e visuais, paralisia cerebral e transtorno do espectro autista.

O relator, deputado Doutor Paulo, opinou pela aprovação do projeto na forma do substitutivo nº 1, da CCJ. Esse novo texto reconhece o uso do cordão de fita com desenhos de girassóis como símbolo estadual de identificação de pessoas com deficiências ocultas.

Em sua próxima etapa de tramitação, o PL 4.050/22 será analisado pela Comissão de Administração Pública.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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