Política
Comissão de Cultura discute situação de servidores da Faop

Nesta terça-feira (12/9/23), a partir das 10 horas, a Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza audiência pública para debater a situação dos servidores da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop).
A reunião será realizada no Auditório José Alencar, atendendo requerimento dos deputados Leleco Pimentel (PT), Celinho Sintrocel (PCdoB) e do presidente da Comissão de Cultura, deputado Professor Cleiton (PV).
Criada em 1968, a Faop oferece diversos cursos, entre eles o de formação de conservadores e restauradores, que foi o primeiro curso técnico na área reconhecido pelo Ministério da Educação.
A Fundação atua por meio de políticas públicas, parcerias sociais, comunitárias e educativas, realizando ações de conservação, restauração, fazeres tradicionais e da arte contemporânea em seus mais diversificados suportes e linguagens.
De acordo com o deputado Leleco Pimentel, a Faop conta hoje com 21 professores concursados, sendo que muitos deles estão afastados por motivo de saúde, principalmente em decorrência das péssimas condições de trabalho e da remuneração irrisória.
O deputado relata que esses professores foram contratados após concurso realizado em 2014, com um salário de R$ 1.455. No entanto, segundo ele, essa remuneração jamais foi reajustada nestes quase dez anos.
“As pessoas estão com depressão, enfrentando uma indignidade e falta de respeito completa. Os cursos que ainda existem são mantidos por caridade desses professores e monitores, e a maioria deles se encontra adoecida por uma relação extenuante de trabalho e com uma remuneração indigna”, protestou o parlamentar.
Leleco Pimentel disse que o próprio secretário de Estado de Cultura, Leônidas de Oliveira, já admitiu a grave situação funcional dos servidores da Faop durante arguição realizada na Assembleia Legislativa.
O autor do requerimento para realização da audiência pública salientou que a Faop veio responder a um anseio das cidades históricas e que a instituição tem uma trajetória que não merece as atuais precariedades.
De acordo com informações do seu site institucional, o órgão foi criado a partir dos esforços do poeta Vinicius de Moraes, da atriz Domitila do Amaral, do escritor Murilo Rubião e do historiador Affonso Ávila, como espaço para produzir e absorver arte. Com vistas a oferecer à cidade de Ouro Preto (Região Central) um instrumento capaz de incentivar o papel de polo irradiador de cultura, o então governador de Minas Gerais, Israel Pinheiro, confiou a Murilo Rubião a tarefa.
No ano seguinte à sua inauguração, em 1969, a fundação integrou à sua estrutura a Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade, criada pelos artistas Nello Nuno e Annamélia Lopes, oferecendo um variado leque de cursos de arte. Ainda neste primeiro momento, o restaurador Jair Afonso Inácio teve a iniciativa de organizar o primeiro curso para a formação de conservadores e restauradores no Brasil.
Estão convidados a participar da audiência pública, entre outros, o secretário de Cultura, Leônidas de Oliveira; o prefeito de Ouro Preto, Ângelo Oswaldo; o presidente da Faop, Jefferson da Fonseca Coutinho; além de outros representantes dos governos estadual e municipal e de servidores da Faop.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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