Política
Comissão de Educação visita escola que terá ensino médio em tempo integral

A Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza visita técnica nesta quinta-feira (14/9/23), a partir das 15h30, à Escola Estadual Augusto de Lima (Avenida do Contorno, 4.947, Funcionários), em Belo Horizonte.
O objetivo da atividade, requerida pela presidenta da comissão, deputada Beatriz Cerqueira (PT), é averiguar se a atual estrutura da escola e os equipamentos existentes são suficientes para atender à imediata implantação do Ensino Médio de Tempo Integral (EMTI) e de cursos técnicos profissionais previstos a partir de fevereiro de 2024.
Apesar das inúmeras críticas de especialistas, trabalhadores na educação e estudantes à metodologia do que se convencionou chamar de “Novo Ensino Médio”, a Secretaria de Estado de Educação (SEE) vem ampliando nos últimos anos o número de escolas que oferecem o EMTI e as vagas ofertadas nessa modalidade de ensino.
De 77 unidades em 2019, o número saltou para 391 em 2021, chegando ao total de 595 unidades de ensino de EMTI no ano passado, com 69.156 estudantes enturmados, segundo dados da própria secretaria.
O novo ensino médio foi sancionado pelo ex-presidente Michel Temer em 2017, entrou em vigor em 2022 e, se nada for revisto, deve ser implementado gradualmente até 2024. O planejamento prevê que a carga horária seja elevada progressivamente, daí a necessidade de ensino em tempo integral, com as disciplinas tradicionais agrupadas em áreas do conhecimento.
Cada estudante pode montar seu próprio itinerário formativo, escolhendo disciplinas eletivas e o chamado projeto de vida, que consiste em um conteúdo transversal. Para atender as determinações federais, as escolas estaduais passaram a ofertar então o EMTI.
Em visitas e audiências, muitas queixas
Mas, na prática, a realidade tem se mostrado bem diferente na rotina das escolas. Em visitas e audiências realizadas desde o ano passado, a Comissão de Educação tem ouvido queixas sobre estrutura deficiente das escolas, inadequação das disciplinas à realidade dos alunos e fragmentação do currículo. Todos esses problemas levariam inclusive ao aumento da evasão escolar.
Os estudantes também reclamam da falta de debates aprofundados para a aprovação da reforma do ensino médio, do enfoque na formação de mão de obra e de capacidades voltadas para o empreendedorismo, em detrimento da preparação para o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), além da dificuldade em conciliar trabalho e estudo em tempo integral e da falta de investimento na formação dos professores.
O governo federal já acena com a reformulação do novo ensino médico na sequência de novos investimentos visando o ensino em tempo integral nessa etapa da educação dos jovens. Em julho último, foi sancionada a Lei Federal 14.640, que cria o Programa Escola em Tempo Integral, lançado pelo Ministério da Educação (MEC).
O objetivo da iniciativa é ampliar, com um milhão de matrículas, a oferta de tempo integral nas escolas de todo o Brasil já na primeira pactuação; e alcançar, até o ano de 2026, cerca de 3,2 milhões de matrículas. Ela permite também a repactuação dos recursos da Lei Federal 14.172, de 2021, para fomentar a conectividade nas escolas.
Estão previstos cerca de R$ 2 bilhões em assistência financeira para 2023 e 2024. Até 2026, a ideia é investir R$ 4 bilhões para que estados e municípios possam expandir as matrículas em suas redes. O programa terá, ainda, estratégias de assistência técnica às secretarias de Educação e comunidades escolares.
Sete horas diárias ou 35 horas semanais
Pela legislação em vigor, são consideradas matrículas em tempo integral aquelas em que o estudante permanece na escola ou em atividades escolares por tempo igual ou superior a sete horas diárias ou a 35 horas semanais em dois turnos, sem sobreposição entre eles.
O Programa Escola em Tempo Integral é um mecanismo de fomento que busca viabilizar uma política de pactuação para alcance da meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE). Essa meta estabelece a oferta de “educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da educação básica”.
Mas o Relatório do 4º Ciclo de Monitoramento das Metas do PNE 2022 mostra que o percentual de matrículas em tempo integral na rede pública brasileira caiu de 17,6%, em 2014, para 15,1%, em 2021.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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