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Comissão de Meio Ambiente é favorável a projeto que altera regras do Fhidro

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O Projeto de Lei (PL) 2.885/21, que altera as regras do Fundo de Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais (Fhidro), recebeu, nesta quarta-feira (6/12/23), parecer de 1º turno favorável da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

De autoria do governador Romeu Zema, a matéria teve como relator o deputado Tito Torres (PSD), que preside a comissão e opinou pela sua aprovação a partir de um novo texto que apresentou (substitutivo nº 1).

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Em reunião no último dia 28 de novembro, ele já havia distribuído cópias do seu parecer (avulso) para o conhecimento detalhado dos demais parlamentares. Com a apreciação nesta quarta (6), a proposição já pode seguir para análise da Comissão de Administração Pública, em 1º turno.

Segundo o parecer, as alterações trazidas pelo substitutivo ampliam a participação de representantes da sociedade no grupo coordenador do fundo, além de permitir que o Fhidro possa financiar programas que prevejam a construção, ampliação ou reforma de pequenos e médios barramentos de água para uso múltiplo e de aquisição de equipamentos e materiais com o mesmo fim.

Citação

Fhidro

Criado em 1999, o Fhidro tem o objetivo de dar suporte financeiro a iniciativas que promovem a racionalização do uso e a melhoria dos recursos hídricos em Minas.

Entre as principais alterações previstas pelo projeto na legislação que rege o fundo, estão:

  • a destinação ao Fhidro de até 50% da cota que o Estado tem direito como compensação por áreas inundadas para geração de energia elétrica (atualmente essa cota é fixada em 50%).
  • a fixação de percentuais para determinados programas e ações, a exemplo da previsão de 10% para o programa de apoio aos comitês de bacia.
  • a previsão, como beneficiários de recursos reembolsáveis do fundo, de pessoas jurídicas de direito privado – como associações, fundações e organizações não governamentais – não necessariamente usuárias de recursos hídricos.
  • a mudança na composição do grupo coordenador.
  • a permissão para que o grupo coordenador defina, por deliberação de 3/5 dos membros, critérios distintos de financiamento em projetos de interesse socioambiental.
  • a previsão de que, na modalidade de financiamento não reembolsável, as contrapartidas não sejam mais exigíveis em todos os casos.
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Além disso, o projeto também altera a Política Estadual de Recursos Hídricos, com modificações na forma e nas parcelas mínimas de aplicação dos recursos arrecadados com a cobrança pela utilização de recursos hídricos e a substituição do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH) como órgão responsável pela classificação da qualidade das águas, por bacia hidrográfica.

Durante a tramitação na Comissão de Constituição e Justiça, a matéria passou a prever também, por meio de uma emenda, que, quando a cobrança pelo uso de recursos hídricos for implementada em determinada bacia, o respectivo comitê receba por três anos a cota destinada ao programa de apoio a esses colegiados.

O texto estabelece ainda que o CERH poderá prorrogar esse prazo, mediante estudo que demonstre a necessidade da medida. Esse conteúdo foi mantido no substitutivo nº 1.

Prevenção e controle de doenças aviárias

Na mesma reunião, foi emitido parecer de 1º turno favorável ao PL 1.784/23, também do governador, que trata de medidas para a prevenção da introdução e controle de doenças aviárias de alta patogenicidade no Estado.

A matéria teve como relator o deputado Gustavo Santana (PL) que opinou pela sua aprovação na forma original. Agora, o texto vai seguir para a análise da Comissão de Agropecuária e Agroindústria, antes de ir a Plenário em 1º turno.

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Segundo mensagem do governador em que justificou o projeto, o objetivo é evitar o alastramento do vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), conhecida como gripe aviária, que desde o ano passado traz preocupação para o setor produtivo, embora em Minas Gerais não tenha sido registrado nenhum caso.

O projeto prevê que compete ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) o acompanhamento e execução das medidas de que trata a lei.

Entre as medidas de prevenção e de controle estão a exigência de cadastro ou registro de produtores e comerciantes juntamente ao IMA, a proibição do comércio ambulante de aves vivas e ovos férteis, a interdição parcial ou total de granjas que não atenderem aos requisitos mínimos de biosseguridade e a realização de campanhas de conscientização da população.

O projeto também prevê obrigações para produtores comerciais e de reprodução e dos proprietários de incubatórios como:

  • comunicar imediatamente ao IMA casos de aves com sintomas compatíveis com doenças de alta patogenicidade e qualquer alteração na taxa de mortalidade de aves, assim como permitir e colaborar com inspeções sanitárias.
  • transitar com aves vivas ou ovos férteis somente com guia de trânsito animal (GTA), dentro do prazo de validade.

Conforme a proposição, em caso de declaração de situação de emergência sanitária animal decorrente de doença aviária de alta patogenicidade e urgência no sacrifício dos animais, o enterro ou a destruição de carcaças de aves ficam dispensados de licenciamento ambiental, devendo ser realizados no próprio estabelecimento de criação, conforme indicação do IMA.

Ainda segundo o projeto a não observância às medidas previstas na lei sujeitam o infrator a penalidades como advertência, multas e até interdição total ou parcial da granja.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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