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Comissão de Saúde analisa proposta de vacinação de autistas em domicílio

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Nesta quarta-feira (17/4/24), a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas (ALMG) deu parecer favorável a uma proposta que beneficia as pessoas com transtorno do espectro do autismo (TEA). Trata-se do Projeto de Lei (PL) 1.378/23, da deputada Maria Clara Marra (PSDB), que tem como objetivo garantir vacinação em domicílio para esse público.

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O relator foi o deputado Doutor Wilson Batista (PSD), que deu parecer pela aprovação da matéria na forma do substitutivo nº 1, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A comissão avaliou que, apesar de a proposição estar em acordo com a legislação federal referente à atenção à saúde das pessoas com deficiência, o projeto de lei propõe uma ação de caráter administrativo, atribuição típica do Poder Executivo.

O novo texto, então, sugere acrescentar diretriz à política estadual dos direitos da pessoa com deficiência, a Lei 13.799, de 2000, para facilitar o acesso aos serviços de imunização, inclusive por meio da vacinação domiciliar, quando necessário.

A autora do projeto alega que o processo de vacinação pode ser desafiador para algumas pessoas com autismo, devido a suas características individuais, e que a aprovação da proposição seria um avanço na promoção da inclusão e no acesso aos serviços de saúde para essas pessoas.

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Deputada propõe facilitação de exames oftalmológicos pelo SUS

Para facilitar o agendamento de exames no sistema público de saúde, a deputa Nayara Rocha (PP) elaborou o PL 1.278/23, com a “determinação de realização do exame de fundoscopia, e outros complementares, na rede pública de saúde do Estado”.

O deputado Doutor Wilson Batista relatou a matéria e opinou por sua aprovação na forma do novo texto apresentado pela CCJ (substitutivo nº 1).

Em análise preliminar, a Comissão de Constituição e Justiça entendeu que, apesar de não haver problema em parlamentares criarem projetos de lei de proteção à saúde, não cabe ao Legislativo definir obrigações referentes a exames específicos como o de fundoscopia, pois trata-se de matéria de caráter administrativo.

O substitutivo nº 1, então, apenas inclui uma diretriz expressa na Lei 16.279, de 2006, para garantir aos usuários dos serviços públicos o direito ao exame de fundoscopia e a exames complementares na rede pública, quando necessários.

A fundoscopia, também conhecida como exame de fundo de olho, oftalmoscopia ou mapeamento da retina, serve para examinar as condições do seguimento posterior do olho, das artérias, veias e nervos da retina, contibuindo para o diagnóstico de doenças graves com o glaucoma.

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O exame já está incluído na tabela de procedimentos com finalidade diagnóstica disponíveis gratuitamente no SUS. Para atendimento oftalmológico, a pessoa deve procurar a unidade básica de saúde de referência, que poderá encaminhá-lo para consulta oftalmológica com um especialista na região, para realização deste e de outros exames de acordo com a necessidade.

No entanto, apesar da previsão da gratuidade do exame no SUS, é comum que pacientes, principalmente no interior do Estado, relatem dificuldades de agendamento para a realização da fundoscopia.

Ambos os projetos tramitam em 1º turno e ainda precisam ser aprovados em Plenário, em dois turnos.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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