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Comissão do Acordo de Mariana realiza três reuniões para avaliar reparação de danos ambientais e sociais

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A Comissão Extraordinária de Acompanhamento do Acordo de Mariana realiza, nesta primeira semana de outubro, três audiências públicas para avaliar a situação da bacia hidrográfica do Rio Doce, assim como averiguar ações pendentes para reparar danos ao meio ambiente e às famílias atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (Central), em 2015.

O presidente da comissão, deputado Ulysses Gomes (PT), é autor dos três requerimentos para realização das audiências públicas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Nesta segunda-feira (2/10/23), o objetivo é ouvir os presidentes de comitês de bacias hidrográficas do Rio Doce. A audiência será às 16 horas, no Plenarinho IV da ALMG. Já confirmaram presença na audiência os presidentes dos Comitês das Bacias Hidrográficas dos Rios Doce, Manhuaçu, Piracicaba, Caratinga e Piranga.

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Na terça-feira (3/10/23), o diretor-presidente da Fundação Renova, Luiz Felipe Scavarda, é o único convidado da audiência pública, que será realizada no Auditório do andar SE da ALMG, a partir das 16 horas.

A Fundação Renova foi criada em 2016 por um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) assinado pela mineradora Samarco e suas controladoras, Vale e BHP Billiton, responsáveis pela barragem do Fundão, e pelos governos federal e dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, além de outras instituições governamentais.

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Desde então, a Fundação Renova tem enfrentado diversos questionamentos e críticas pela demora em reparar danos ambientais e sociais gerados pelo rompimento da barragem, assim como denúncias de cooptação e discriminação em acordos com os atingidos.

O objetivo da reunião desta terça é debater as ações de responsabilidade da Fundação Renova, previstas no acordo de reparação dos impactos causados pelo rompimento da Barragem de Fundão. Além do deputado Ulysses Gomes, também assinam o requerimento para esta reunião os deputados Rafael Martins (PSD), Doutor Jean Freire (PT) e Carlos Henrique (Republicanos).

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Já na quinta-feira (5/10/23), a reunião será realizada no Auditório José Alencar, a partir das 14 horas, para debater, com as assessorias técnicas dos atingidos, as ações de reparação que continuam necessárias.

As assessorias técnicas são grupos de trabalho e instituições credenciadas para apoiar as vítimas do rompimento da barragem na avaliação, comprovação e dimensionamento dos prejuízos, assim como na reivindicação de reparações.

Estão convidados, para a reunião desta quinta, o assessor técnico da Cáritas Regional Minas Gerais, Rodrigo Pires Vieira; o coordenador do Projeto de Assessoria Técnica dos Atingidos do Centro Agroecológico Tamanduá (CAT), Filipe Fernandes Sousa; e a coordenadora da Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social (Aedas), Heiza Maria Dias.

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Histórico

O rompimento da barragem de Fundão destruiu os distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo, matou 19 pessoas e lançou um volume total de rejeitos estimado em 62 milhões de metros cúbicos.

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A lama atingiu o Rio Doce e chegou ao oceano, no Espírito Santo, comprometendo o abastecimento e outras atividades em dezenas de municípios mineiros e capixabas, num dos maiores desastres ambientais do País.

O Governo de Minas trabalha, agora, para repactuar um acordo para reparação efetiva dos danos socioambientais com as empresas responsáveis pela barragem, Vale, BHP Billiton e Samarco. O primeiro acordo teve atrasos e descumprimento de cláusulas. A comissão da ALMG foi criada, justamente, para acompanhar as novas negociações.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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