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Comissão é favorável à oferta de fisioterapia gratuita para vítimas de câncer de mama

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A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) aprovou parecer favorável de 1° turno ao Projeto de Lei (PL) 2.693/21, que prevê que o Estado deve realizar tratamento fisioterápico em mulheres que sofreram mastectomia (retirada parcial ou total da mama em casos de câncer).

A matéria é de autoria do deputado Charles Santos (Republicanos) e foi relatada pelo deputado Rafael Martins (PSD), que apresentou o substitutivo n° 2 ao texto. A reunião da comissão foi realizada nesta quarta-feira (24/5/23).

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O documento aprovado sugere alterações no texto original do projeto ao propor a ampliação dos locais que devem ofertar o tratamento fisioterápico. Inicialmente, apenas as unidades estaduais do Sistema Única de Saúde (SUS) deveriam oferecer o tratamento, mas, com a mudança, foram incluídas as unidades de saúde habilitadas para prestar assistência de alta complexidade em oncologia, que podem ser estabelecimentos privados vinculados aos órgãos governamentais de saúde.

O projeto segue agora para votação em 1° turno pelo Plenário.

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Tramitação nas comissões anteriores

As Comissões de Constituição e Justiça (CCJ), de Saúde e de Defesa dos Direitos da Mulher consideraram que a proposta apresentada pelo PL 2.693/21 deveria ser incluída à Lei 21.963, de 2016, que trata da realização obrigatória da cirurgia plástica reconstrutiva de mama pelas unidades integrantes do SUS e da garantia do cuidado integral às mulheres submetidas à mastectomia, com atendimento multiprofissional e reabilitação.

Essa alteração foi proposta por meio do substitutivo nº 1, apresentado pela CCJ e ratificado pelas demais comissões.

Segundo o parecer apresentado pela Comissão de Saúde, a Portaria de Consolidação nº 2, 28/9/1997, do Ministério da Saúde já prevê o tratamento multidisciplinar (incluindo o fisioterápico) para pacientes em tratamento de câncer de mama. Entretanto, a inclusão da proposta prevista no projeto de lei do deputado Charles Santos poderia fortalecer a oferta do atendimento fisioterápico às pacientes.

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PL prevê contracheque acessível para pessoas com deficiência visual

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Na mesma reunião, foi aprovado parecer favorável do deputado Zé Guilherme (PP) ao Projeto de Lei (PL) 86/2023, do deputado Grego da Fundação (PMN), que prevê que servidores do Estado com deficiência visual devem ter o contracheque em formato acessível. De acordo com a proposta, que tramita em 1° turno, o holerite acessível deve ser solicitado pelo servidor.

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Segundo Zé Guilherme, o projeto de lei deve ser aprovado sem alterações pelo Plenário. As Comissões de Constituição e Justiça e Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que analisaram a matéria anteriormente, também deram aval à proposta.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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