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Comissão pretende visitar barragens de rejeitos da CSN

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Apurar se os rejeitos da microbacia hidrográfica do Córrego Fazenda Velha, afluente do Rio das Velhas, têm relação com os efluentes da Barragem Vargem Grande, da Vale S/A. Vistoriar as barragens de rejeito e estruturas auxiliares na Mina de Fernandinho, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), e verificar se essa mina não está, de fato, em atividade.

Esses são os objetivos principal da visita que a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza nesta sexta-feira (12/5/23), a partir das 9 horas.

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O requerimento pela atividade é assinado pela deputada Bella Gonçalves (Psol). Na justificativa da visita, ela relata que o Gabinete de Crise da Sociedade Civil divulgou à imprensa que o Córrego Fazenda Velha tem recebido sedimentos e rejeitos de quatro barragens da empresa Nacional de Minérios S.A. (Namisa), vinculada à CSN.

Barragem a montante

Em área próxima a essas barragens da CSN, funcionava a Mina e a Barragem de Fernandinho, da Vale. Essa barragem a montante foi a sexta da empresa, desde 2019, a ser descaracterizada, ou seja, a ter passado pelo processo de devolução de características próximas do natural à área.

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Também nessa estrutura ocorreu o primeiro grave incidente com barragem de rejeitos, na década de 1980, com morte de trabalhadores da empresa. A mina e a barragem estão oficialmente inativas há alguns anos e são contíguas a uma das maiores áreas de operação da Vale, o Complexo de Vargem Grande, onde se instalou uma planta de filtragem de rejeitos de minério de ferro.

A filtragem reduz a utilização de barragens de rejeitos a montante, proibidas pela legislação minerária devido à insegurança dessas estruturas, como ficou demonstrado com os rompimentos em Mariana (Central) e Brumadinho (Região Metropolitana de Belo Horizonte).

Contaminação

O documento do Gabinete de Crise da Sociedade ainda alerta que qualquer vazamento de rejeitos implica rompimento de curso de rio, contaminação da água e de todos os seres vivos que dependem dela.

A poluição do Córrego Fazenda Velha, na avaliação da entidade, representa grande ameaça a cidades da RMBH, como Rio Acima e Raposos, e ao distrito de Honório Bicalho, em Nova Lima. Esses municípios ficam a poucos quilômetros abaixo do encontro do Córrego Fazenda Velha com o Rio das Velhas.

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Para a visita desta sexta (12), foram convidados, além do representante do Gabinete de Crise da Sociedade Civil, os dirigentes da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e da Copasa, e ainda, membros do Ministério Público e de entidades de defesa dos Rios das Velhas e São Francisco.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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