Política
Comissão vai apurar insegurança da linha de ônibus 815 em visita nesta quinta (2)

Três acidentes em menos de um mês, todos com vítimas, entre elas uma idosa em estado grave. Esse é o trágico histórico da Linha 815, entre outras que, funcionando em condições precárias, fazem a integração com o metrô na Estação São Gabriel, na Região Nordeste de Belo Horizonte.
Para verificar essa situação e cobrar providências urgentes do poder público, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) vai, a partir das 18 horas, horário de maior fluxo de passageiros, vistoriar as condições dos veículos e conversar com trabalhadores e usuários que embarcam nesta linha naquela estação (Avenida Cristiano Machado, 5600, Vila Suzana, Belo Horizonte – MG).
A atividade atende a requerimento da vice-presidenta da Comissão de Direitos Humanos, deputada Bella Gonçalves (Psol). O documento lembra que os acidentes com a Linha 815 aconteceram entre setembro e outubro do ano passado, nos dias 20/9, 3/10 e 15/10, no itinerário entre a Estação São Gabriel e o Conjunto Paulo VI, também na Região Nordeste.
Na ocasião do terceiro acidente, foi divulgado na imprensa que a 815, operada pelo Consórcio BHLeste, é a segunda linha que mais recebe reclamações dos usuários em BH, perdendo apenas para a 806 (Estação São Gabriel/Vista do Sol – Via Nazaré). Ambas as linhas são circulares e têm a estação como referência. A principal queixa no caso da 815 é quanto à conservação do veículo.
Ainda conforme o requerimento de Bella Gonçalves, a Região Nordeste é prioritariamente ocupada pela população de baixa renda e em vulnerabilidade social, usuária mais frequente da Linha 815. “Tudo isso está envolto, ainda, nas precárias condições cotidianas dos serviços, com relatos de não funcionamento do ar-condicionado, janelas travadas, trincadas, caídas e até mesmo de vazamento de gás carbônico no interior do veículo”, lembra Bella Gonçalves, em seu requerimento.
“Esse conjunto de fatores não apenas expressa a precariedade geral dos serviços de transporte coletivo, mas uma condição especial de aprofundamento dessas condições de precariedade na linha que atende o território periférico. Isso configura discriminação na prestação dos serviços nas comunidades atendidas, o que deve ser averiguado por esta comissão”, completa a deputada.
Foram convidados para a visita à Estação São Gabriel representantes da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra), Superintendência de Mobilidade do Município de Belo Horizonte, Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), Ministério Público e Defensoria Pública.
Também foram chamados representantes da Associação dos Usuários de Transporte Coletivo de Belo Horizonte e Região Metropolitana, Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Belo Horizonte e Região, Comissão Regional de Transporte e Trânsito Nordeste e, ainda, de movimentos sociais, como o Coletivo Mobiliza RMBH e Movimento Tarifa Zero BH.
Precariedade do metrô também está na mira
Bella Gonçalves, por meio da Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da ALMG, também iniciou no último dia 19 uma série de visitas às estações do metrô de BH e outras instalações desse modal do transporte de passageiros para verificar os impactos do processo de privatização na qualidade do serviço prestado à população.
No roteiro da visita estava justamente a Estação São Gabriel, onde fica o pátio de manutenção, e ainda a Estação Central. Na ocasião, segundo a parlamentar, a impressão que ficou é de que os supostos investimentos da concessionária estão sendo compensados com a precarização do transporte de passageiros. Mesmo com o alto preço da tarifa, a realidade seria de vagões lotados, descumprimento de horários e falta de segurança.
A Metrô BH, empresa do Grupo Comporte, assumiu a concessão do metrô da Capital em março de 2023, com o compromisso de investir, nos próximos cinco anos, R$ 500 milhões na revitalização e expansão do modal. O contrato, com validade de 30 anos, prevê a maior parte dos aportes, R$ 2,8 bilhões, por parte do governo federal, enquanto o Estado deve arcar com R$ 400 milhões.
Em audiência pública da Comissão do Trabalho, da Previdência e da Assistência Social no início do mês, metroviários denunciaram demissões em massa, más condições de trabalho, casos de assédio moral e precarização dos serviços. De acordo com a parlamentar, o metrô é um serviço essencial para a população, sobretudo a mais pobre e periférica, maioria dos cerca de 100 mil usuários do modal em dias úteis.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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