Política
Comunidade em Sabará não tem infraestrutura básica

Ruas de terra, esgoto a céu aberto, lixo acumulado em local inadequado. Esta é a realidade do chacreamento Fateiro, em Ravena, distrito de Sabará (Região Metropolitana de Belo Horizonte), que a presidenta da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputada Ana Paula Siqueira (Rede), constatou nesta sexta-feira (19/5/23).
O loteamento foi criado há 25 anos, mas até hoje não foi regularizado. Por isso, os moradores não contam com serviços básicos, como fornecimento de energia elétrica, água e rede de esgoto. Coleta de lixo, drenagem pluvial e iluminação pública são precárias. Também não há escola, creche ou posto de saúde.
Moradora mais antiga da parte alta do Fateiro, a dona de casa Maria dos Anjos conta que a energia vem de uma ligação clandestina, o popular “gato”. Como a carga é insuficiente, ela não pode ter um chuveiro elétrico. O jeito é esquentar água com uma serpentina que aproveita o calor do fogão a lenha. “Quando chove, carro não sobe aqui”, disse, referindo-se à rua da sua casa, que fica intransitável no período chuvoso.
A chuva também piora a situação precária das ligações de energia. O mecânico Mauro Lopes, que vive há 17 anos no Fateiro, conta que já chegou a ficar quatro dias sem eletricidade em casa. “Começou a chover, a luz vai embora”, afirmou. Sem energia, a comida estraga na geladeira. “Já perdi carne e até o leite das crianças”, lamentou.
Para a dona de casa Margarete Geralda da Silva, que mora no Fateiro há 12 anos, a falta de água é o maior problema. Ela conta que precisou comprar água mineral para dar banho no marido que ficou acamado por nove meses por causa de um câncer. Quando chove, o ônibus que leva as crianças para a escola em Ravena não consegue transitar pelas ruas esburacadas. “Nós não temos nada. Fomos esquecidos aqui nesse lugar”, reclamou.
Segundo o líder comunitário Ricardo Rodrigues, a situação só não é pior porque os moradores se organizaram para viabilizar a perfuração de um poço artesiano e para construir uma canaleta para o escoamento da água da chuva. Ele estima que vivem na comunidade cerca de 250 famílias.
Os moradores cobram da prefeitura a instalação de postes de luz e o calçamento das ruas, além de novos poços artesianos. “Somos invisíveis para o poder público. Como não existe regularização fundiária, a prefeitura se sente à vontade para não nos atender prontamente”, afirmou.
Apesar das dificuldades, Ricardo e os demais moradores não pensam em ir embora do Fateiro. “Eu vim para cá em busca de sossego e foi a melhor coisa que eu fiz na vida”, disse. Dona Maria dos Anjos, que também foi para lá em busca de tranquilidade, também não pensa em se mudar. “Eu adoro esse lugar”, contou.
Lixo a céu aberto preocupa deputada
A deputada Ana Paula Siqueira chamou a atenção para a situação do lixo no Fateiro. A prefeitura realiza a coleta duas vezes por semana. Como ela é insuficiente, muitos moradores jogam lixo em um terreno na beira da BR-381. “É um lixão que funciona como ponto de referência para entrar no chacreamento”, afirmou.
Antes da visita da comissão, o local havia sido limpo pela prefeitura. Segundo o administrador regional de Ravena, Reginaldo Ferreira Pinto, essa limpeza acontece uma vez por mês. Para evitar o acúmulo de lixo em local inadequado, ele assumiu o compromisso de instalar dez lixeiras de rua.
O maior problema, na avaliação do representante da prefeitura de Sabará, é que o Fateiro é um empreendimento irregular. “Muita coisa reivindicada pelos moradores é de responsabilidade do empreendedor. O pessoal faz o chacreamento sem estrutura nenhuma e vai embora”, disse.
A deputada Ana Paula Siqueira disse que vai continuar fiscalizando a situação do Fateiro e cobrando melhorias para os moradores. Ela disse que vai pedir providências da Cemig e da Copasa, para que assumam a responsabilidade pelo fornecimento de água e energia elétrica.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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