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Concessão da BR-381 traz esperança aos usuários da Rodovia da Morte

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Gestores da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apresentaram à Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), em audiência pública nesta terça-feira (241023), o novo processo de concessão do vetor norte da BR-381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares (Vale do Rio Doce).

A duplicação da “Rodovia da Morte”, uma das estradas com maior índice de acidentes do País, é aguardada ansiosamente pela população há décadas. O deputado Celinho Sintrocel (PCdoB), que solicitou a reunião, lembrou que os primeiros esforços nesse sentido remontam a 2003, mas que até agora quase nada foi adiante. “Somente em 2023, foram 448 acidentes e 39 óbitos neste trecho. Pagamos pedágio com satisfação para ter segurança, preservação das vias e fluidez do tráfego”, destacou.

São 303 km, que cortam 21 municípios. Em julho deste ano, a ANTT publicou o edital de concessão, válido por 30 anos, com investimentos previstos de cerca de R$ 10 bilhões. A concessionária vencedora será definida após leilão, marcado para o dia 24 de novembro.

De acordo com Guilherme Sampaio, diretor da ANTT, estão previstos 134 km de duplicação, com 43 km de faixas adicionais e outros 94 km em pista simples. O projeto também contempla 152 km de correção de traçado, 36 travessias de pedestres, 190 pontos de ônibus, paradas de descanso e uma área de escape de veículos.

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Serão cinco praças de pedágio, em Caeté (Região Metropolitana de Belo Horizonte), João Monlevade (Região Central), Jaraguaçu, Belo Oriente e Governador Valadares, as três últimas no Rio Doce. O valor das tarifas vai variar de R$ 11 a R$ 14, mas com descontos de acordo com o perfil do usuário – quem passa diariamente pela rodovia poderá ter até 90% de desconto.

“O valor da tarifa tem que comportar investimentos e a sustentabilidade do projeto”, explicou o gestor. O início das cobranças se dará após os trabalhos iniciais e a garantia de condições mínimas de trafegabilidade, serviços previstos para o prazo de até dois anos.

Guilherme Sampaio também destacou a preocupação social do projeto de concessão. Todas as famílias que vivem em ocupações às margens da estrada na saída de Belo Horizonte serão reassentadas. A previsão é de que sejam gerados 7 mil empregos diretos e indiretos e que os municípios do entorno arrecadem R$ 42 milhões com impostos por ano.

Quanto ao temor de que não apareça nenhum interessado na concessão, como já ocorreu em outros certames, o diretor da ANTT se disse convicto de que dará certo, inclusive com concorrência, por se tratar de um projeto moderno, seguro e atrativo.

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Marcelo Fonseca, superintendente da agência, informou que a assinatura do contrato e o começo dos trabalhos devem ocorrer no início do ano que vem. As intervenções para a recuperação da rodovia em si e os serviços periódicos de manutenção irão ocorrer do terceiro ao oitavo ano de contrato.

Deputados e prefeitos comemoram a concessão

Prefeito de Coronel Fabriciano (Vale do Aço) e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Marcos Vinícius Bizarro destacou o significado da concessão para a os moradores da região, prejudicados de diversas maneiras pelas condições precárias da BR-381: além das mortes na estrada, empresas têm receio de investir ou não conseguem se manter por problemas de logística. “Esse pedágio é justo”, salientou, no mesmo sentido, Gladstone Lobato, diretor da Confederação Nacional do Transporte (CNT).

Os deputados Adriano Alvarenga (PP) e Rodrigo Lopes (União) e a deputada Maria Clarra Marra (PSDB) também comemoraram a concessão. Adriano Alvarenga, no entanto, cobrou a garantia de que o pedágio seja efetivamente cobrado só depois das obras. “Apesar de ter a maior malha do País, Minas é o 23º colocado no que diz respeito à qualidade da infraestrutura rodoviária”, pontuou Maria Clarra Marra.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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