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Concessão de água e esgoto preocupa população de Ipatinga

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A proposta de concessão do serviço de água e esgoto de Ipatinga (Vale do Aço) foi criticada pelos participantes da audiência pública realizada na cidade pela Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) nesta segunda-feira (27/11/23).

A reunião foi solicitada por 14 deputados que integram o bloco oposicionista Democracia e Luta. Para os parlamentares, a água é um bem essencial e uma possível privatização poderia levar à deficiência na prestação do serviço de abastecimento e ao encarecimento das contas pagas pelos consumidores.

Sindicalistas e representantes de movimentos sociais corroboraram essas críticas e reclamaram da falta de participação popular no processo de concessão conduzido pela Prefeitura de Ipatinga. O contrato com a Copasa, para prestação do serviço de abastecimento de água e tratamento de esgoto, foi encerrado em fevereiro de 2022.

A prefeitura já recebeu autorização para a saída de Ipatinga do Sistema Integrado de Abastecimento do Vale do Aço e prepara uma nova licitação para a exploração desse serviço. Porém, as lideranças que participaram da audiência pública reclamaram da falta de transparência desse processo e manifestaram temor quanto ao risco de privatização do saneamento básico.

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“O saneamento não pode ser tratado como mercadoria. Uma empresa privada tem como objetivo o lucro e vai tratar a água como mercadoria”, afirmou o representante do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Água (Sindágua), Marcelo Mendes.

Para a coordenadora regional do Movimento dos Atingidos por Barragens, Olívia Santiago, o problema é a ausência de debate com a população. Segundo ela, as audiências públicas realizadas pela prefeitura não contaram com participação popular. “Quando se privatiza (o serviço de saneamento), quais os impactos disso para a população? Isso não está sendo debatido”, denunciou.

A vereadora Cida Lima (PT) considera que a criação da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento Ambiental (Arsamb), conforme lei aprovada pela Câmara Municipal, é o primeiro passo para a privatização do serviço de saneamento básico. Ela denunciou que o prefeito Gustavo Nunes tem se esforçado para desqualificar o serviço prestado pela Copasa.

O deputado Leleco Pimentel (PT), que conduziu a audiência pública, reclamou da falta de participação popular e alertou para os riscos do processo de concessão do serviço de água e esgoto de Ipatinga. “Privatização é tarifa alta, ausência de serviço na ponta e falta de controle do poder público. É importante reestatizar a água de Ipatinga, para o controle e a soberania do seu povo”, defendeu.

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Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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