Política
Decisão do TCE sobre contribuição de militar ao IPSM pauta audiência

A Comissão de Segurança Pública vai debater nesta sexta-feira (21/6/24), às 10 horas, decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) que estaria sendo descumprida pelo governo de Minas quanto à contribuição de servidores ao Instituto de Previdência Social dos Militares (IPSM).
O TCE-MG deu até 5 de junho para que o Executivo comprovasse a suspensão de qualquer desconto do militar baseado em alíquotas de norma federal, seguindo assim a legislação estadual em vigor, o que não teria ocorrido. Na prática, isso significa baixar o desconto previdenciário dos atuais 10,5% para 8%.
Para tratar do assunto foi convocado a comparecer o secretário-geral do Estado, Marcel Dornas Beghini. A reunião foi solicitada pelo presidente da comissão, deputado Sargento Rodrigues (PL), e será realizada no Auditório José Alencar da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
O requerimento da audiência desta sexta (21) expõe que a decisão do TCE (referente à denúncia nº 1119845 em trâmite no Tribunal) acolheu parciamente embargos opostos pelo Estado sobre a questão. Mas, foi determinado ao secretário-geral do Estado que comprovasse até 5 de junho a adoção das medidas necessárias à suspensão do desconto baseado na norma federal, sob pena de multa diária de R$ 500,00.
Conforme o TCE, deve prevalecer o que está na normatização estadual vigente, no caso a Lei 10.366, de 1990 e a Lei Complementar 125, de 2012. E não a Lei Federal 13.954, de 2019.
Isso até que haja uma nova legislação estadual a respeito, para a adequação às regras atinentes ao Sistema de Proteção Social dos Militares de que trata a citada legislação federal, conforme expressa o Tribunal.
Críticas e obstrução a projeto que muda IPSM
As críticas do presidente da comissão e de entidades da classe em torno do assunto começaram em 2020. O IPSM era sustentado com a contribuição de 8% dos vencimentos dos militares beneficiários e de mais 16% de contribuição patronal, conforme determina no Estado a Lei 10.366, de 1990.
No entanto, o Executivo Estadual tem frisado que a citada Lei Federal de 2019 suspendeu a contribuição patronal, assim como estabeleceu o aumento da contribuição de policiais e bombeiros para 10,5%, o que passou então a praticar.
Segundo Sargento Rodrigues tem denunciado, essa suspensão da contribuição patronal representou um passivo acumulado de quase R$ 7 bilhões de repasses do Estado ao IPSM.
A polêmica se acirrou desde abril deste ano, quando o governador encaminhou à ALMG o Projeto de Lei (PL) 2.239/24, que institui o Sistema de Proteção Social dos Militares do Estado, criticado por deputados que têm obstruído a tramitação do projeto, como Sargento Rodrigues, para quem as mudanças significam “por uma pá de cal” no IPSM.
O projeto causou protestos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no mês passado e ainda não recebeu parecer para seguir adiante.
A proposição mantém, para o custeio das pensões e dos proventos na inatividade, a contribuição de 10,5%, já descontada atualmente da folha de pagamentos dos militares e o foco da decisão do TCE suspendendo tal alíquota.
A justificativa do Executivo é adequar a legislação estadual ao regramento da Lei Federal 13.954, de 2019.
O PL cria para o militar, ativo ou inativo, e o pensionista a alíquota de 3% e, para o Estado, de 1,5%, para custeio da assistência à saúde. Atualmente, os militares não contribuem para a saúde, somente para a previdência.
Conforme o projeto, a nova alíquota para saúde será aplicada de forma progressiva, sendo 1% em 2025, 2% em 2026 até chegar ao limite de 3% em 2027.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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