Política
Declarações do governador sobre estados do Norte e Nordeste são criticadas

As críticas às declarações supostamente preconceituosas do governador Romeu Zema com relação aos estados do Norte e Nordeste e aos cidadãos que moram nessas duas regiões deram a tônica dos pronunciamentos de deputados e deputadas no Plenário ao longo da Reunião Ordinária realizada na tarde desta terça-feira (8/8/23).
Se manifestaram sobre esse assunto Doutor Jean Freire (PT), Lohanna (PV) e Ricardo Campos (PT), todos do Bloco Democracia e Luta, de oposição ao Executivo.
As declarações polêmicas foram dadas em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, na edição do último domingo (6). Ao defender a união dos estados do Sul e do Sudeste por mais protagonismo político e para barrar propostas no Congresso que possam favorecer as outras regiões do País, por meio da atuação do Consórcio Sul-Sudeste (Cossud), Zema teria classificado as regiões do Norte e Nordeste como “vaquinhas que produzem pouco”.
Na avaliação do governador expressa na entrevista, os estados do Sul e Sudeste arrecadam muito mais para a União e recebem muito menos de volta. “Se der tratamento bom somente para as vaquinhas que produzem pouco e deixar de lado as que estão produzindo muito, as que produzem muito vão começar a reclamar o mesmo tratamento”, destacou o jornal.
“Temos 256 deputados – metade da Câmara – 70% da economia e 56% da população do País. Além do protagonismo econômico que temos, queremos o protagonismo político”, acrescentou o governador, de acordo com a entrevista publicada.
Ao repercutir as supostas declarações do governador, Doutor Jean Freire disse que Zema tenta dividir o País e, por meio do que ele definiu como “falas ridículas”, mostrou que não conhece o significado da palavra equidade. “Ele não sabe que as dores do povo do Nordeste de Minas, dos vales do Jequitinhonha e Mucuri, são iguais ao do povo do Nordeste do País, como a seca, e ele não fez nada para diminuir essas dores. Precisamos dar mais a quem precisa de mais”, defendeu.
Na mesma linha, Lohanna apontou o suposto cometimento de crime por parte do governador ao, com a intenção de se lançar candidato à Presidência da República, estimular a separação dos entes federativos, contrariando o que diz a Constituição Federal. A parlamentar ainda disse acreditar que as supostas declarações do governador também representam o que ele realmente acredita. “É algo que ele já disse reiteradas vezes”, sentenciou.
E Ricardo Campos acusou o governador de difundir a xenofobia contra o Norte e Nordeste do País e, consequentemente, com o Norte e Nordeste de Minas Gerais, por todas as semelhanças históricas entre essas regiões.
“Eu não aceito tomar cafezinho, nem tirar foto com o governador, como ele já se referiu aos deputados. Eu quero são boas ações para os cidadãos mais pobres de Minas Gerais como o enfrentamento da seca”, criticou o parlamentar, comparando a suposta omissão do Executivo ao relançamento pelo governo federal do Programa Luz para Todos, de eletrificação de residências rurais, que beneficiaria sobretudo as regiões mais pobres do País.
Por fim, em aparte à fala dos colegas, o 2º-vice-presidente da ALMG, Duarte Bechir (PSD), lembrou os 17 anos, celebrados no último domingo (6) da promulgação da Lei Federal Maria da Penha, que visa coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Nessa linha, também elogiou julgamento recente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que descartou definitivamente a alegação de “legítima defesa da honra” como argumento pelos acusados em casos de feminicídios.
Duarte Bechir ainda destacou os 150 anos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, comemorados também no dia 6, em cerimônia comemorativa lembrando a criação dessa instância pelo então Imperador Dom Pedro II.
E no último dos pronunciamentos no Plenário, o deputado Caporezzo (PL) cobrou posicionamento dos parlamentares de esquerda com relação a temas como supostos crimes de homofobia em países conduzidos por governantes dessa linha política e, no Brasil, para cobrar a apuração de “queimas de arquivo” (assassinatos de envolvidos ou testemunhas).
Na avaliação dele, muitos dessas mortes misteriosas estariam supostamente ligadas a crimes famosos como as mortes do prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel, e da vereadora pelo Rio de Janeiro (RJ), Marielle Franco, o que justificaria um posicionamento mais contundente dos políticos desse viés ideológico.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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