Política
Denúncia de assédio no Minas Tênis Clube motiva audiência

O assédio e o abuso contra mulheres atletas serão tema de audiência pública da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), nesta terça-feira (4/6/24), às 14 horas. A reunião foi requerida pela presidenta da comissão, deputada Ana Paula Siqueira (Rede).
A audiência, a ser realizada no Plenarinho II, foi motivada por denúncia de uma atleta de 17 anos de idade, da natação do Minas Tênis Clube, que teria sido vítima de xingamentos, insultos e constrangimentos por parte de seu técnico, durante os treinos. Recebido pela comissão, esse relato ainda não foi tornado público e deverá ser debatido no encontro.
Segundo a deputada Ana Paula Siqueira, a audiência pública tem o objetivo de ampliar o debate sobre o tema, romper o silêncio e cobrar medidas efetivas de prevenção, investigação e punição.
“O silenciamento dos casos provoca a subnotificação e esconde uma grave realidade. A construção de espaços seguros passa por maior conscientização das equipes e organizações e pelo estabelecimento de protocolos contra o assédio. É preciso mais igualdade de gênero para garantir que o esporte seja um espaço acolhedor e uma ferramenta de transformação social,” afirma a parlamentar.
Levantamentos indicam alta proporção de casos de assédio no esporte
O assédio no esporte tem sido tema de debates nos últimos anos, em especial a partir de denúncias feitas por esportistas proeminentes. A ex-nadadora brasileira Joanna Maranhão, por exemplo, afirmou ter sofrido abusos do seu treinador quando tinha nove anos de idade. Na época, ela não teve coragem de denunciar o caso.
A experiência levou Joanna Maranhão, que já representou o país em quatro olimpíadas, a pesquisar o tema no mestrado. Em pesquisa que ouviu 1.043 atletas, ela identificou que 93% dos entrevistados já sofreram abuso físico, sexual ou psicológico. Se considerado apenas o abuso sexual, 64% já foram vítimas.
Os dados são alarmantes. A jornalista Camila Alves fez um levantamento semelhante com 209 mulheres em times de futebol que participam do Campeonato Brasileiro Feminino, nas séries A1, A2 e A3. Delas, 52% relataram ter sofrido assédio sexual ou moral. No caso do assédio sexual, 26% disseram que já foram vítimas, enquanto 5% disseram que “acham” ter sido vítimas.
Lei do esporte só trata da questão em casos de vítimas adolescentes
A Lei Geral do Esporte, publicada em 2023, tratou da questão pela primeira vez em uma legislação esportiva. O tema, porém, ficou restrito a vítimas adolescentes. Em seu artigo 99, que trata do contrato especial de trabalho para atletas a partir de 16 anos, a lei indica que a organização esportiva precisa oferecer programa contínuo de orientação e suporte contro o abuso e a exploração sexual e instituir ouvidoria para receber denúncias de maus-tratos e exploração sexual de crianças e adolescentes.
A deputada Ana Paula Siqueira é autora de projeto de lei que institui a Política Estadual de Apoio à Mulher no Esporte (PL 57/23). O texto prevê a promoção de ações de prevenção e combate à violência contra mulheres e meninas atletas.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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