Política
Deputado questiona limites da atuação de terceirizados no sistema socioeducativo

Em 24 de julho deste ano, foi registrado um confronto entre servidores e jovens internados no Centro Socioeducativo Santa Helena, situado no Bairro Vale do Jatobá, na Região do Barreiro, em Belo Horizonte. Representando a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), seu presidente, deputado Sargento Rodrigues (PL), visitou a unidade na manhã desta quinta-feira (17/8/23).
O parlamentar se reuniu com a direção da instituição e representantes da organização social responsável pela sua gestão, do sindicato dos agentes socioeducativos e da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública.
Dos relatos do ocorrido, o que gerou maior preocupação foi a participação de monitores terceirizados em atividades típicas dos servidores da segurança, como a contenção de internos e sua escolta em atividades externas.
Após um momento de recreação na quadra, sete adolescentes, portando grelhas utilizadas para o escoamento da água da chuva, entraram em conflito com servidores e monitores, o que resultou em escoriações e em um dedo quebrado de um agente socioeducativo. Um monitor foi agredido com a algema que portava, outra medida questionada durante a visita, já que o algemamento é uma prerrogativa dos agentes.
O boletim de ocorrência registra que os adolescentes se recusaram a retornar aos seus alojamentos após a atividade. Internos ouvidos pela comissão relataram, no entanto, terem sido ameaçados por um agente, já transferido de unidade, o que teria sido o estopim do confronto.
A gestão do Centro Socioeducativo Santa Helena está a cargo, desde fevereiro de 2021, do Instituto Elo, organização social que atua em outras dez unidades no Estado. Para o deputado Sargento Rodrigues, o episódio leva mais uma vez à constatação de que não há a separação correta legal das atividades dos monitores e dos agentes.
Ele acredita que há espaço para a atuação dessas organizações em diversas áreas, mas seus profissionais não podem exercer poder de polícia, uma vez que o Estado tem o monopólio do uso da força. “É preciso deliberar melhor a função de cada um”, resume.
Esta também é a opinião do vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Socioeducativo do Estado (Sindsisemg), José Alencar, que frisou que a segurança pública é dever do Estado.
Ele teme o modelo de substituição total dos agentes por técnicos terceirizados, como já ocorre em outras unidades do sistema socioeducativo.
Situação de exceção
Fabiano Neves, diretor do Instituto Elo e responsável pelos contratos com as unidades socioeducativas, explicou que no modelo híbrido, de gestão compartilhada, o Estado estabelece as diretrizes técnicas e metodológicas e as organizações sociais operam os equipamentos, fazendo com que funcionem.
A segurança ostensiva é de responsabilidade dos agentes socioeducativos, enquanto os monitores devem acompanhar a rotina dos internos, em espaços como as salas de aula e de lazer.
De acordo com Fabiano Neves, só em caso de necessidade, em situações extremas, os monitores exercem atividades de segurança, o que teria ocorrido no Centro Socioeducativo Santa Helena. Por isso, ele acredita não ter havido desvio de função, pois os monitores teriam dado apoio aos agentes, que precisavam levar alguns internos de volta aos seus alojamentos para estancar o conflito.
O superintende da Subsecretaria de Atendimento Socioeducativo, Wilson Pereira Júnior, também ponderou que os agentes in loco, em menor número, perceberam que havia necessidade de apoio dos monitores.
O Centro Socioeducativo Santa Helena conta hoje com 42 monitores e 20 agentes socioeducativos, responsáveis por seis internos – eram 13 no dia do incidente, mas houve transferências após o confronto. Devido às escalas, a média é de quatro agentes disponíveis por dia. A unidade tem previsão legal para receber 31 adolescentes.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
-
CIDADES6 dias atrás
Nikolas é favorito em Minas
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Presidente da CAAMG prestigia posse da diretoria da OAB Nacional e participa de reunião da Concad
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Fabriciano inicia obra de 500 moradias
-
Coluna Minas Gerais5 dias atrás
Inscrições abertas para 3ª Maratona Faemg Jovem
-
Coluna Minas Gerais6 dias atrás
Mulheres lideram a transformação da infraestrutura e mobilidade nos países do Brics
-
Coluna Minas Gerais7 dias atrás
Cooxupé tem faturamento recorde
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
Falta de planejamento e o alto custo na mesa do consumidor
-
Coluna Minas Gerais4 dias atrás
CAAMG abre a primeira semana da Campanha de Vacinação Antigripal para a advocacia de Minas Gerais