Política
Deputados aprovam em 2° turno projeto sobre a Epamig

O Projeto de Lei (PL) 876/19, do governador Romeu Zema, que modifica a Lei 6.310, de 1974, a qual trata da constituição e organização da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), foi aprovado, em 2º turno, durante Reunião Extraordinária de Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) desta quarta-feira (15/5/24).
Durante a discussão da matéria no Plenário, foi apresentado um novo texto (substitutivo n° 2) ao projeto pelos deputados Cássio Soares (PSD), Gustavo Santana (PL), Ulysses Gomes (PT), Carlos Henrique (Republicanos) e Doutor Jean Freire (PT). Ele foi votado independente de parecer e aprovado pelos parlamentares.
Dessa forma, ficaram prejudicadas duas emendas recebidas na fase de discussão em Plenário também nesta quarta (15), o substitutivo nº 1 apresentado pela Comissão de Administração Pública, em 2º turno, o vencido em 1º turno (texto com modificações aprovado pelo Plenário) e o projeto original.
O objetivo da matéria é adequar a Epamig às diretrizes da Lei Federal 13.303, de 2016, que dispõe sobre o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias.
Entre os ajustes necessários, a proposição retira a vinculação da empresa às diretrizes operacionais da sua equivalente em nível nacional, a Embrapa.
Substitutivo nº 2
A principal mudança trazida pelo texto apresentado em Plenário nesta terça (15) diz respeito a alterações na Lei 22.929, de 2018, a qual modifica legislação anterior sobre a estrutura da carreira estratégica de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, além das alterações já previstas na Lei 6.310.
O objetivo é alterar a distribuição de recursos destinados ao financiamento de projetos desenvolvidos no Estado. Assim sendo, dos recursos atribuídos à Fapemig, correspondentes a, no mínimo, 1% da receita corrente ordinária do Estado, no mínimo 40% serão destinados ao financiamento de programas ou projetos em ciência, tecnologia e inovação, a saber:
- 20% ao custeio de iniciativas ligadas à Epamig, previsão que não havia antes
- 35% ao custeio de ações sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), uma diminuição de 30% em relação à atualidade
- 30% ao custeio de programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão, implementados pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e pela Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg), um aumento de 10%
Foram mantidos os 15% destinados ao custeio de iniciativas nesse sentido sob a responsabilidade de outros órgãos e entidades da administração direta e indireta.
De acordo com o novo texto, para fins de transparência, os órgãos e entidades beneficiários publicarão semestralmente em seu site oficial na internet a prestação de contas dos recursos recebidos.
Antes o dispositivo previa que a destinação dos recursos ficaria condicionada à avaliação da Sede antes de serem encaminhados à Fapemig.
Produtores Rurais Atingidos pelas Chuvas
O Plenário também aprovou, em 2º turno, o PL 3.456/22, o qual dispõe originalmente sobre a criação do Programa Estadual de Incentivo aos Produtores Rurais Atingidos pelas Chuvas.
O projeto, de autoria do deputado Thiago Cota (PDT), foi aprovado como sugerido pela Comissão de Administração Pública em sua análise de 2º turno ao vencido.
Da forma aprovada, a proposição acrescenta dispositivos às Leis 11.744, de 1995, que cria o Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (Funderur), e 15.660, de 2005, que institui a Política Estadual de Prevenção e Combate a Desastres decorrentes de Chuvas Intensas.
Assim sendo, passa a inserir como objetivo do Funderur o suporte financeiro ao atendimento e à recuperação econômica de produtores rurais atingidos por eventos climáticos extremos.
E ainda amplia as fontes de recursos para agricultores familiares e prevê a possibilidade de prorrogação de financiamento do Funderur mediante edição de ato normativo próprio.
Entre outros também passa a estabelecer que podem ser aplicados recursos do fundo sob a forma de subvenção, não reembolsável, no âmbito de programas especiais ou emergenciais para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e dos eventos climáticos extremos.
Em relação à Lei 15.660, acrescenta dispositivo para que o Estado também possa estabelecer atividades que visem à avaliação de conveniência, pelo BDMG, de oferta de linhas de crédito em condições especiais destinadas a agentes impactados por desastres decorrentes de chuvas intensas, prioritariamente produtores rurais.
Depois de aprovadas em redação final, as proposições já poderão seguir para a sanção do governador.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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