Política
Deputados cobram reajuste para PM, e comandante alega interferência na coesão da instituição

O Comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), Cel. PM Rodrigo Piassi, afirmou que tem mantido reuniões periódicas com o governo estadual para melhorar a política remuneratória de policiais. Por outro lado, ele disse que informações equivocadas e incitações feitas aos servidores têm corrompido a instituição.
A reunião, realizada pela Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), foi permeada por tensões entre ele e os parlamentares.
A audiência pública da manhã desta terça-feira (16/4/24) visava tratar da recomposição das perdas inflacionárias dos policiais militares. O deputado Sargento Rodrigues (PL), presidente da comissão e autor do requerimento que deu origem à audiência, defende um incremento de 41,6% da remuneração para recuperar perdas iniciadas em 2015. Esse índice chegou a fazer parte de um acordo com o governador Romeu Zema (Novo) em 2019, mas não foi cumprido.
O descumprimento tem gerado, desde então, insatisfação de parlamentares e de representantes da categoria. O deputado Sargento Rodrigues citou reuniões, eventos e documentos nos quais ele assumiu o compromisso dos reajustes, o que depois foi descumprido.
Para tratar da questão, o comandante da PMMG foi chamado para uma audiência pública na última semana, mas não compareceu. Como resultado, ele foi convocado para a reunião desta terça (16).
Para o Cel. PM Rodrigo Piassi, a situação enfraquece sua autoridade frente à tropa e isso atrapalha as bases de funcionamento da polícia militar, notadamente a hierarquia e a coesão.
Ele apontou haver atualmente uma incitação a estado de greve para pressionar pelo reajuste, o que é ilegal para a corporação militar. Trata-se de um enfraquecimento da corporação, disse o comandante da PM, pedindo aos parlamentares para não encorajem tal movimento.
Depois de colocar suas insatisfações com a reunião, o convocado disse que não apresentaria números sobre a política remuneratória da PMMG porque isso é função das secretarias de governo. Afirmou que tem feito tratativas com o governador sobre o assunto, o qual é favorável à valorização dos servidores. Segundo Rodrigo Piassi, ele deve prestar contas à ALMG somente sobre sua gestão nas atividades de segurança pública da polícia.
Por fim, o comandante afirmou que não aceitaria convites para ir a reuniões cujo objetivo é atacar o governador ou o comando da PMMG e não participaria de audiências nas quais não seria dado a ele o tempo necessário para falar. “Nesses casos, só virei como convocado”, afirmou. Segundo Piassi, se a reunião for para efetivamente discutir assuntos de segurança pública, ele estará presente.
Em reunião tensa, deputados cobram direitos de policiais
A audiência foi marcada por embates entre o comandante e os deputados. Desde o início, o Cel PM Rodrigo Piassi questionou se a reunião tinha quórum suficiente para começar. Para ele, a audiência seria mais prejudicial do que positiva para a melhoria das condições dos policiais, por atrapalhar a sua autoridade e levantar demandas que podem não ser atendidas.
O deputado Sargento Rodrigues rebateu o comandante dizendo que “não há coesão se uma parte da instituição está tranquila e a outra não”. Ele afirmou ser direito constitucional de todos os cidadãos reivindicar direitos, em especial diante da “falta de respeito, palavra e honra de Zema”. Citou, nesse sentido, manifestação reivindicatória dos policiais militares em fevereiro, a qual recebeu o apoio em nota oficial assinada pelo então comandante-geral, Cel PM Rodrigo Souza Rodrigues.
Segundo o parlamentar, o atual comandante, Cel PM Rodrigo Piasse, faz o contrário, marcando operações e “chamadões” para os dias marcados pelas manifestações. Além disso, a corregedoria estaria sendo mais rigorosa na apuração de envolvimento dos policiais da ativa nos movimentos. Para ele, se o comandante não pode cobrar diretamente de Zema, por ocupar cargo comissionado de confiança, não deveria impedir que os servidores atuassem cobrando o governador.
O deputado Coronel Sandro (PL) disse entender a política remuneratória como uma função do governo estadual e as limitações do comandante geral para melhorar a situação. Afirmou, porém, que melhorias continuarão a ser cobrados.
O Cel PM Rodrigo Piasse questionou, em especial, a atuação do deputado Caporezzo (PL). Ele citou vídeos publicados nas redes sociais do parlamentar, que seriam baseados em informações enviesadas ou levariam à desnecessária exposição de oficiais da PMMG.
Um dos vídeos citados indica que a Polícia Militar de Goiás teria reduzido o tempo de promoção de cabo para soldado, o que deveria ser copiado em Minas Gerais. O coronel afirmou tratar-se de situação específica, direcionada para soldados de uma única turma, Assim, usar esse fato para pedir mudança na carreira de toda a corporação mineira seria equivocado.
O deputado Caporezzo se defendeu e disse que é sua função, como deputado, expor os problemas e propor as soluções. No caso do vídeo sobre as mudanças nas promoções, ele afirmou ter publicado a fala do próprio Cel PM Piasse, quando esse disse não ser favorável à diminuição do tempo de promoções. O convocado ainda rebateu e reforçou sua posição. Segundo ele, acelerar as promoções atrapalha a hierarquia da corporação e não é o caminho para resolver problemas remuneratórios.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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