Política
Derrubada de veto do governador poderia garantir mais R$ 1 bilhão para municípios

O prejuízo financeiro que a manutenção de um veto do governador Romeu Zema pode acarretar para os municípios mineiros é um dos assuntos que serão discutidos em audiência pública da Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização, marcada para esta terça-feira (12/03/24), a partir das 9h30, no Auditório SE da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
De acordo com o requerimento para realização da reunião, o objetivo é debater o fortalecimento e o apoio às ações municipais de assistência social por meio dos recursos do Fundo de Erradicação da Miséria (FEM). A solicitação é assinada pelas deputadas Bella Gonçalves (Psol), Andréia de Jesus (PT), Beatriz Cerqueira (PT), Leninha (PT) e Lohanna (PV), e Pelos deputados Ulysses Gomes (PT), Celinho Sintrocel (PCdoB), Cristiano Silveira (PT), Doutor Jean Freire (PT), Leleco Pimentel (PT) e Lucas Lasmar (Rede).
Segundo a deputada Bella Gonçalves, durante a audiência pública serão analisadas as conclusões de um estudo feito em parceria com economistas da UFMG e da Fundação João Pinheiro. A análise aponta perdas milionárias que os municípios terão caso seja mantido o veto à emenda orçamentária que atrela R$ 1 bilhão do Fundo de Erradicação da Miséria ao Fundo Estadual de Assistência Social (Feas). A emenda é de autoria de Bella Gonçalves e do deputado Ulysses Gomes.
De acordo com o estudo, apenas Belo Horizonte deixaria de receber R$ 83,2 milhões em 2024, por exemplo. Contagem (RMBH) deixaria de receber R$ 27,5 milhões e Uberlândia (Triângulo Mineiro), R$ 26,8 milhões. “Todos os municípios mineiros serão profundamente impactados, inclusive do Vale do Jequitinhonha, Vale do Mucuri e Vale do Rio Doce, que deixarão de receber valores que podem chegar a cerca de 3% do orçamento total das prefeituras”, afirmou Bella Gonçalves.
A deputada argumenta que o governo estadual vem dando outras destinações aos recursos do Fundo de Erradicação da Miséria e que a emenda da oposição visa corrigir isso.
Deputada diz que recursos trariam melhorias aos municípios
Bella Gonçalves salienta que essas receitas financeiras são fundamentais para aliviar a situação dos municípios. “Esse repasse é fundamental para estruturar equipamentos de acolhimento às mulheres, a idosos e crianças em situação de vulnerabilidade, para ampliar a cobertura de cadastramento no CadÚnico, para fazer reformas em Cras e Creas, construir abrigos e repúblicas para a população em situação de rua. Enfim, uma infinidade de finalidades cujo custeio está nas costas dos municípios”, disse.
A audiência pública desta terça-feira, segundo ela, é parte de um esforço para a mobilização de deputadas, deputados, prefeitos, trabalhadores, gestores, entidades e usuários da assistência social e toda a população para que o veto seja derrubado e, assim, se garanta a destinação de R$ 1 bilhão para a Assistência Social de Minas Gerais.
Entre os convidados para o evento estão prefeitos de diversos municípios mineiros e parlamentares federais. Uma das autoridades que já confirmou presença é o secretário nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social, André Quintão.
Vetos
O Veto 11/24, que barra a vinculação de recursos do FEM ao Feas, começa a travar (sobrestar) a pauta do Plenário da Assembleia em 26 de março. Na justificativa do veto, o governador argumenta que a vinculação proposta no trecho contraria a Lei 19.990, de 2011, que atribuiu a gestão do FEM e de seus recursos à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), condicionando a liberação do dinheiro à aprovação de grupo coordenador integrado por representantes do poder público e de conselhos de políticas públicas.
Também está vinculado ao tema o Veto 10/24, que incidiu sobre dispositivo do Plano Plurianual que cria ação no Programa 071, de Fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (Suas), atribuindo ao Fundo Estadual de Assistência Social (Feas) a gestão dos recursos destinados ao atendimento de despesas não previstas no FEM.
De acordo com o Executivo, tais recursos que se pretende passar ao Feas decorrem de adicional da alíquota de ICMS sobre produtos e serviços supérfluos e se destinam, por determinação constitucional, ao combate à miséria, devendo ser geridos pelo FEM.
Fonte: Assembleia Legislativa de MG


ESPORTES
De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.
No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.
“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.
Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.
Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.
Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.
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