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Dia Internacional da Dignidade Menstrual será lembrado na Assembleia

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Com a finalidade de debater o Dia Internacional da Dignidade Menstrual, comemorado em 28 de maio, e as dificuldades no combate à pobreza menstrual, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher realiza audiência pública. Requerida pela deputada Lohanna (PV), a reunião será nesta segunda-feira (29/5/23), às 14 horas, no Auditório da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

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Em vídeo gravado para divulgar o evento, a parlamentar disse que aproximadamente 4 milhões de mulheres no País não têm renda suficiente para comprar absorventes higiênicos, conforme estudo da Organização das Nações Unidas (ONU). “Você não imagina que miolo de pão, filtro de café, pano de prato, paninho de limpeza e até jornal são usados para conter os fluxos menstruais de milhões de meninas e mulheres brasileiras”, lamentou.

Avanços

Apesar disso, Lohanna considera que houve avanços se for comparada a situação atual com a do governo Bolsonaro. Segundo ela, se na gestão passada, o então presidente vetou os investimentos para distribuição de absorventes, em 2023, o presidente Lula vai investir R$ 418 milhões nessa área.

Autora de projeto que garantiu a dignidade menstrual em Divinópolis, sua terra natal, onde era vereadora, Lohanna afirma que se os homens menstruassem, absorventes seriam distribuídos até na cesta básica. “Chega de desrespeito com as meninas e as mulheres numa coisa tão básica. É por isso que a gente luta, para que elas tenham dignidade”, concluiu.

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Pobreza menstrual

De acordo com a justificativa da reunião, 713 mil pessoas que menstruam vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro em casa e mais de 4 milhões não têm acesso a itens mínimos de cuidados menstruais nas escolas. Os dados estão no estudo Pobreza Menstrual no Brasil, de 2018, produzido pelo UNFPA e pela UNICEF. O UNFPA é a sigla em inglês para o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), agência de desenvolvimento internacional da ONU que trata de questões populacionais.

Ainda conforme o estudo, a falta de acesso a itens de higiene menstrual provoca evasão escolar, pois ao menos 20% das meninas já faltaram à aula por não terem acesso a absorventes. A população prisional feminina também está listada entre aquelas que têm acesso restrito a esses itens de higiene.

Por todos esses motivos, a deputada Lohanna defende a realização da audiência a fim de dar visibilidade ao Dia Internacional da Dignidade Menstrual e ouvir as demandas e articulações dos movimentos sociais que lideram essa pauta.

Além disso, ela pontua que é importante debater as dificuldades para o combate à pobreza menstrual em Minas Gerais nos diferentes espaços sociais, além de fiscalizar o cumprimento da Lei 23.904, de 2021. A norma dispõe sobre a garantia de acesso das mulheres em situação de vulnerabilidade social a absorventes higiênicos no Estado.

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Quebra do silêncio

A primeira data para reflexão sobre a dignidade menstrual foi criada em 2014, na Alemanha, que estabeleceu o 28 de maio como Dia Internacional da Higiene Menstrual. A ONG Wash United, incentivadora do projeto, buscou quebrar o tabu e o silêncio em relação à educação menstrual. Atualmente celebrada em mais de 50 países, a data promove a geração de conhecimento e propõe o acesso a itens de higiene para meninas e mulheres pelo mundo.

Para a audiência pública desta segunda-feira (29), foram convidados os secretários de Estado de Educação, Desenvolvimento Social e Saúde, além de representantes do Ministério de Direitos Humanos e de entidades de defesa da mulher, entre outros.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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