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Disputa entre mineradora Vale e comunidade Vargem da Lua será tema de debate

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Nesta quarta-feira (18/10/23), a partir das 14 horas, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza audiência pública para debater a situação da comunidade de Vargem da Lua, localizada no município de São Gonçalo do Rio Abaixo (Região Central), que luta desde 2008 na Justiça para fazer valer seu direito de posse sobre uma área ocupada pela mineradora Vale.

A reunião será realizada pela Comissão de Direitos Humanos no Plenarinho II da ALMG, atendendo requerimento da deputada Beatriz Cerqueira (PT). De acordo com a parlamentar, o objetivo é averiguar as violações de direitos sofridas pela comunidade, que vem tendo seu território ameaçado pela atividade minerária há mais de uma década.

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Mais recentemente, em 11 de setembro de 2023, policiais militares e moradores chegaram a entrar em confronto, depois que o Judiciário e a Polícia Militar agiram para permitir que a Vale entrasse no território da comunidade, sem sua autorização, para fazer reparos em tubulações de abastecimento de água da Mina de Brucutu, que pertence à empresa.

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Após o episódio de repressão policial contra os moradores, a deputada Beatriz Cerqueira esteve no local. “É a Vale não respeitando o direito de propriedade da comunidade, entrando onde ela não tem o direito de entrar, e os policiais, que deveriam proteger a comunidade, acabaram protegendo os interesses da Vale”, criticou a parlamentar.

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De acordo com matéria publicada pelo jornal A Notícia, moradores relataram que as balas de borracha disparadas pelos policiais atingiram três pessoas e que o gás de pimenta foi usado até contra quem estava sendo atendido em uma ambulância.

A Polícia Militar informou que utilizou instrumentos de menor potencial ofensivo depois de falhar a negociação para cumprimento da ordem judicial que permitia aos funcionários da Vale realizar os reparos na tubulação da empresa que passa no terreno da comunidade. A Vale também alegou que a manutenção foi autorizada por decisão judicial.

Disputa

Segundo informações publicadas pelo Portal G1, a disputa judicial teve início em 2008. Os moradores se queixam que a Vale ocupou quase 40 hectares de suas terras, onde eles vivem há 80 anos. Uma ordem judicial de 2012 proibiu a mineradora de explorar minério de ferro na área em disputa até que uma perícia fosse feita. No entanto, mesmo após a conclusão do estudo, em 2016, dando razão à comunidade, os moradores se queixam que as operações na área ocupada não foram interrompidas.

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A mineradora Vale nega qualquer irregularidade e diz que não realiza atividades de mineração na área em disputa, que permanece cercada em decorrência de uma perícia judicial.

Estão convidados para a audiência pública representantes dos moradores da comunidade Vargem da Lua, do Judiciário, da Polícia Militar, do Ministério Público, da prefeitura e da Câmara de Vereadores de São Gonçalo do Rio Abaixo, da mineradora Vale e de órgãos federais e estaduais, além da sociedade civil organizada.

Fonte: Assembleia Legislativa de MG

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ESPORTES

De campeão olímpico a campeão do povo: Maurício do Vôlei reafirma compromisso com os brasileiros e derrota o retorno do DPVAT

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Ontem foi escrita mais uma página de uma história que já inspirou milhares de brasileiros. A Câmara dos Deputados rejeitou a volta do famigerado DPVAT, o imposto que, durante anos, pesou no bolso de milhões de cidadãos. Entre os nomes que se destacaram nesta batalha, está o deputado federal Maurício do Vôlei, um homem cuja trajetória é marcada pela entrega, pela superação e pelo compromisso inabalável com a nação.

No início do ano passado, ao votar favoravelmente à retomada do DPVAT por engano, Maurício não fugiu de sua responsabilidade. Reconheceu o erro publicamente e, com humildade, pediu desculpas ao povo brasileiro, mostrando que lideranças fortes também sabem ser humanas. Desde então, o deputado trabalhou incansavelmente para provar que sua luta vai além de um voto ou de um discurso — ela é pela proteção dos valores que sustentam nosso país: a família, a fé e a liberdade.

“Sempre defenderei os brasileiros, assim como defendi as cores da bandeira nas quadras. Minha missão não mudou. Não sou daqueles que mudam de camisa para agradar ou vencer uma eleição. Fui, sou e sempre serei conservador, defensor da família, do trabalho honesto e do futuro das próximas gerações”, afirmou o parlamentar, emocionado, logo após a vitória no plenário.

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Assim como em sua carreira no vôlei, Maurício jogou limpo. Diferente de muitos que alternam entre partidos e bandeiras de acordo com o vento político, ele permaneceu firme em seus princípios no PL. Para ele, o mandato não é sobre garantir reeleição; é sobre construir um legado — um Brasil que mantenha suas raízes e seu povo livre de amarras.

Ontem, a Câmara mandou um recado claro ao país: impostos que penalizam ainda mais os trabalhadores brasileiros, como o DPVAT, não têm espaço aqui. E Maurício do Vôlei deixou registrado que está e sempre estará em defesa das pessoas que acreditam num Brasil forte e justo.

Se ontem ele estava nas quadras levantando troféus pelo Brasil, hoje ele ergue as bandeiras da família, da justiça e do povo. Maurício do Vôlei segue sendo um campeão — não só no esporte, mas na vida pública.

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